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Em clima de campanha, Alckmin visita Caruaru

Publicado em 23/06/2018 às 19h00
Raquel Lyra (PSDB), prefeita de Caruaru, e Geraldo Alckmin (PSDB), pré-candidato à Presidência no Monte Bom Jesus
Raquel Lyra (PSDB), prefeita de Caruaru, e Geraldo Alckmin (PSDB), pré-candidato à Presidência no Monte Bom JesusFoto: Mauro Filho/Divulgação

Em clima de campanha, o ex-governador de São Paulo e pré-candidato à Presidência da República Geraldo Alckmin (PSDB) desembarcou em Caruaru, na última sexta (22), a convite da prefeita Raquel Lyra (PSDB). Ao lado do deputado federal Bruno Araújo (PSDB), Alckmin visitou pontos turísticos da cidade, como o Monte Bom Jesus, o Pátio do Forró, aproveitando a oportunidade dos festejos juninos para se aproximar da população - uma vez que o destino é vitrine turística para o Nordeste nesta época.

Patinando na casa dos 6% das pesquisas e com pouca inserção no Nordeste, o presidenciável chega a Caruaru buscando fortalecer seus palanques na região. Em suas propostas para os nordestinos, ele elencou como prioridade o investimento em "água, desenvolvimento, infraestrutura e segurança". "Pude ouvir aqui, ver os problemas, o término importantíssimo da Transnordestina, obra estratégica para chegar ao Porto de Suape, região de Araripina, do gesso, escoamento de produção agrícola, desde o Piauí, enfim promoção do desenvolvimento. Tem também a questão da água, nós ajudamos na Transposição do São Francisco, do eixo leste, que passa por Pernambuco. Floresta, Sertânia, terá um canal do Agreste. Você terá, aqui, um ramal vindo pra Caruaru que está entre as cinco maiores cidades do Pernambuco", afirmou.

Além disso, o paulista procura consolidar uma aliança com o DEM. Nesse caso, o deputado federal Mendonça Filho (DEM), que prestigiou a visita de Alckmin, é um dos interlocutores em prol do apoio ao PSDB. Embora o pré-candidato a governador Armando Monteiro Neto (PTB) seja eleitor do ex-presidente Lula (PT), o tucano deverá subir no palanque da frente "Pernambuco Vai Mudar". O petebista, que também esteve no Sítio Macambira, já demonstrou certa simpatia pelo ex-governador paulista.

O tucano desceu direto no Aeroporto de Caruaru, acompanhado da esposa Lu Alckmin, do presidente do PSDB-PE, deputado Bruno Araújo. O ex-governador João Lyra (PSDB), pai da prefeita, também esteve na acolhida ao correligionário. Um “café junino” foi oferecido ao presidenciável no Sítio Macambira, momento em que lideranças políticas puderam cumprimenta-lo.

Fonte: Blog da Folha de PE.

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Justiça acata representação do MPCO e determina volta de servidores a órgãos de origem

Publicado em 23/06/2018 às 18h00

O Tribunal Regional do Trabalho (TRT) confirmou a sentença do juiz Arthur Ferreira Soares, da 15ª Vara do Trabalho do Recife, determinando o retorno imediato aos seus órgãos de origem de vários servidores transferidos em 2014 da antiga Perpart (Pernambuco Participações e Investimentos S/A) para o IPA (Instituto de Pesquisas Agronômicas), sem concurso público, com salários maiores do que aqueles que recebiam anteriormente. A transferência foi autorizada na gestão do então governador João Lyra Neto com base na Lei Complementar Estadual 284/2014. 

O Ministério Público de Contas, à época chefiado pelo procurador Cristiano Pimentel, considerou irregular a transferência dos servidores e solicitou providências ao Ministério Público do Trabalho, que ajuizou Ação Civil Pública solicitando a sua anulação.

Com base em outras três Leis Complementares, cuja constitucionalidade está sendo questionada no Supremo Tribunal Federal, também foram transferidos para outros órgãos, igualmente sem concurso público, servidores da Arpe (Agência de Regulação de Pernambuco), Funape (Fundo de Aposentadorias e Pensões) e Procuradoria Geral do Estado.  A Ação Direta de Inconstitucionalidade no STF também foi ajuizada por solicitação do Ministério Público de Contas.

REGULARIZAÇÃO - Na época da edição das leis complementares, o TCE recebeu uma denúncia de que havia uma reivindicação antiga de servidores de outros órgãos cedidos ao IPA, PGE, Funape e Arpe no sentido de terem sua situação regularizada, ou seja, serem efetivados nos órgãos em que estavam trabalhando. Essas leis foram o meio encontrado pelo Governo do Estado para atender esta reivindicação, mas, na opinião do Ministério Público de Contas, elas contrariam a Constituição.

Em seu despacho, o juiz determinou o retorno de todos os servidores aos seus órgãos de origem, independentemente de ter recurso ou não, estabelecendo inclusive multa para o caso de descumprimento. 

Da decisão do TRT, não cabe mais recurso. Segundo a procuradora geral do MPCO, Germana Laureano, “a Justiça do Trabalho reconheceu a violação ao princípio do concurso público, como defendeu o Ministério Público de Contas em sua Representação. Agora, nossa expectativa é que o STF reafirme sua jurisprudência ao julgar a Ação Direta de Inconstitucionalidade que trata da transferência desses servidores, sem concurso, para aqueles três órgãos”. 

Fonte : TCE-PE.

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Marcelo Odebrecht definiu como “discurso leviano e diversionista”, num e-mail, uma entrevista de Olga Pontes, diretora de compliance da empreite

Publicado em 23/06/2018 às 17h00

Marcelo Odebrecht definiu como “discurso leviano e diversionista”, num e-mail, uma entrevista de Olga Pontes, diretora de compliance da empreiteira.

Ela afirmou recentemente ao site Jota que é preciso “baixar a cabeça e dizer que pecamos”.

A mensagem foi encaminhada para o diretor-presidente do grupo, Luciano Guidolin, e para Sergio Foguel, membro do conselho da companhia, no mês passado. 

 Marcelo diz no texto que sua família “não foi culpada, e, sim, foi lesada” pelas práticas da empresa. 

Segundo ele, é errado dizer que as orientações e a responsabilidade pelas práticas do passado cabem exclusivamente à família.

“A maioria dos conselheiros da Odebrecht S.A. eram não apenas acionistas sem vínculos com a família Odebrecht, como eram ex-executivos da organização”.

Esses mesmos membros, segue Marcelo, “implantaram ou evoluíram estas práticas”. 

Fonte:(Mônica Bergamo – Folha de S.Paulo).

 Blog do Magno Martins.

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Se Lula estimulasse, Gleisi teria verbalizado, diz Humberto

Publicado em 23/06/2018 às 16h00
Cafezinho com Humberto Costa

Cafezinho com Humberto CostaFoto: Divulgação

O senador Humberto Costa esteve com Lula na primeira semana da prisão do ex-presidente, mas tem conversado semanalmente com a dirigente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, que, por sua vez, tem estado toda semana com o líder-mor do PT. Diante disso, ele observa que, caso Lula tivesse ampliado o estímulo a uma candidatura própria do PT em Pernambuco, adotando uma posição mais enfática pró-Marília Arraes, Gleisi teria trazido essa posição ao Estado. Ela, no entanto, deu entrevista a uma rádio local essa semana e não externou isso. "Quando ela não o visita na quinta-feira, eles trocam muitas cartas entre si e os temas estão sendo conduzidos a partir daí", pondera Humberto e emenda: "E, aí, e digo com toda certeza: 'Se a presidente Gleisi não trouxe eessa leitura do presidente Lula, é porque isso não foi motivo das conversas dela com ele". O senador completa: "E ela é a principal porta-voz daquilo que o presidente pensa hoje". Ele posicionou-se ao ser questionado sobre a tese de que o deputado federal Silvio Costa não teria aceitado ser anunciado como pré-candidato ao Senado, se não tivesse 95% de certeza de que Marília é candidata. Entre defensores da candidatura própria no PT, há quem lembre que o presidente estadual do Avante esteve com Lula no último dia 29 de maio e que esse encontro poderia ter tido peso na decisão dele de ser lançado como companheiro de chapa da vereadora. "Não estou dizendo que não existiu, mas, se existisse, pelo menos, ela (Gleisi), que verbaliza o que ele efetivamente está pensando, em nenhum momento, trouxe uma posição como essa. Lógico que nós respeitamos, achamos que é positivo um movimento que Marília Arraes tem feito, os outros candidatos também têm feito, (José de ) Oliveira e o Odacy (Amorim). Mas eu creio que esses movimentos têm que ser feitos aí com muito cuidado". As declarações de Humberto foram feitas em entrevista a esta colunista e a Daniel Leite na coluna digital "No Cafezinho", que está no ar no Blog da Folha, nas redes sociais e no Youtube da Folha de Pernambuco.

Avante ainda sem benção do PT

Humberto vê dificuldade na sugestão feita por Marília Arraes de aliança com o Avante, do deputado Silvio Costa. "O problema do Avante é que, inclusive, nós nem definimos se esse partido está no nosso leque de alianças, não é? Então, é mais uma coisa que mostra que houve uma certa antecipação", pondera o petista.

Repertório > Em 2016, lembra Humberto Costa, "nós fomos obrigados a desfazer várias alianças que haviam sido formadas nas eleições municipais com partidos que não faziam parte da nossa política de alianças, a exemplo do DEM, PSDB". E segue: "Algumas excepcionalidades aconteceram, mas tivemos que desfazer".

Fala, Gleisi! > Na entrevista que concedeu à Rádio Jornal, Gleisi Hoffmann avaliou que, se o PT não assumir movimentos feitos por Marília Arraes, entre eles o de lançar Silvio Costa, "eles não vão ser efetivos e não vão ajudá-la a construir candidatura".

Alavantú > O deputado Silvio Costa, que passa o período junino em Gravatá, combinou com a vereadora Marília Arraes agendas conjuntas, no São João, em Tacaimbó e Caruaru.

Reduto > No grupo Pernambuco Quer Mudar faz-se um cálculo de que o clã Ferreira levará o "voto metropolitano" para a candidatura de Armando Monteiro "como diferencial". Registra-se que o petebista e o deputado Mendonça Filho tem inserção, predominantemente, no Agreste.

Dois pesos > Se no governo não passa batido que o presidente do SD, Augusto Coutinho, votará em Mendonça Filho, há governistas ironizando: "E quantos prefeitos do PSB vão votar nele? Cadê a punição? Da bancada federal, 80% não votam em Humberto Costa".

Fonte: Folha de PE.

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Paulo Câmara amarrou maior aliança de 2018

Publicado em 23/06/2018 às 15h00

Mesmo sem ser um exímio articulador político como seu padrinho Eduardo Campos, o governador Paulo Câmara caminha para ter, salvo haja alguma mudança em relação ao MDB que está sub júdice e em relação ao PT caso decida por Marília Arraes, a maior aliança das eleições deste ano.

Em se considerando os possíveis partidos na sua coligação, o governador contará com MDB, PT, PP, PSD, PR e PSB, que juntos, são os maiores partidos da coligação e darão a ele um tempo de televisão bastante superior ao do seu adversário Armando Monteiro.

Em relação a coligação de 2014, a Frente Popular será um pouco menor, porém não houve nenhuma baixa significativa da sua coligação, pois PR, PP e PSD seguem lhe apoiando, o MDB também em tese continua lhe apoiando e ele ainda ganhou o reforço do PT, que junto com o PDT, compensam as perdas de DEM e PSDB que foram para a oposição.

Caso saia vitorioso, Paulo Câmara terá uma frente política muito mais orgânica que em 2015 quando assumiu seu primeiro mandato, e terá condições de montar um governo que seja mais representativo em termos da sua coalizão de forças e muito mais fácil de ser controlado, sendo mais a sua cara do que foi o que está se encerrando.

Apesar de ainda ter muitos desafios pela frente, Paulo Câmara deve chegar ao início da eleição, pelo menos do ponto de vista de força política, muito mais organizado que seu principal adversário, que ainda que tenha conquistado apoios importantes, Armando Monteiro precisará fazer uma campanha muito inteligente e eficiente para ameaçar a força política e eleitoral da Frente Popular.

Caruaru – Mesmo realizando uma versão slim do São João da Macambira, com nomes apenas do PSDB e Armando Monteiro e Mendonça Filho, o ex-governador João Lyra Neto e a prefeita Raquel Lyra recepcionaram o presidenciável Geraldo Alckmin, que visitou a capital do forró para conhecer o São João.

Avaliação – Questionado sobre a provável chapa governista, com adversários históricos disputando o Senado, o pré-candidato a governador Armando Monteiro disse que não fazia juízo de valor quanto a aliança de Jarbas Vasconcelos e Humberto Costa, mas sublinhou que o povo tem memória e sabe o que eles falaram um do outro num período recente.

Ausente – Dos principais nomes da oposição, chamou a atenção a ausência do senador Fernando Bezerra Coelho em Caruaru. O primo Guilherme Coelho, possível vice de Armando, fez questão de marcar presença na visita de Alckmin ao estado.

RÁPIDAS

Neutralidade – Apesar da decisão da família Ferreira ter anunciado rompimento com Paulo Câmara e haver uma inclinação de apoio a Armando Monteiro, o deputado Guilherme Uchôa e seu filho, Júnior Uchôa, optaram pela neutralidade enquanto consultarão seus amigos e aliados sobre qual destino tomar.

Estadual – O nome do vice-prefeito de Caruaru, Rodrigo Pinheiro, vem surgindo com relativa força para ser candidato a deputado estadual em outubro. Parceiro de Raquel, Rodrigo seria um bom nome para representar o grupo e a cidade de Caruaru na Assembleia Legislativa de Pernambuco.

Inocente quer saber – Como será um comício com Jarbas Vasconcelos e Humberto Costa pedindo votos um para o outro?

Fonte : Blog Edmar Lyra.

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