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Eleições CNM: gestores podem recuperar senha pelo hotsite do processo

Publicado em 22/02/2018 às 16h30

Marcada para ocorrer no dia 2 de março, as senhas dos gestores aptos a participar das Eleições CNM 2018 já foram enviadas. A Confederação Nacional de Municípios (CNM) informa que, no hotsite específico do processo eleitoral, há a possibilidade de recuperação da senha de acesso. A votação ocorre por meio eletrônico, via internet, a fim de promover o acesso a todos.

Para recuperar a senha, basta acessar o hotsite, clicar em Recuperar senha e informar o Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) da Prefeitura ou da entidade municipalista estadual. A senha é, assim, encaminhada ao e-mail ou ao telefone cadastrado, conforme a opção escolhida.

Estão aptos a votar os representantes legais dos Municípios associados que contribuem com a CNM há mais de seis meses consecutivos e anteriores à eleição, sendo um por Ente local. Além disso, estes devem estar em dia com a contribuição. Também compõem o Colégio Eleitoral os membros dos Conselhos Diretor, Político, Fiscal e de Representantes Regionais

Para mais informações sobre as eleições, acesse o hotsite aqui

Recupere aqui a sua senha clique aqui

Fonte :CNM..

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Partidos fecham chapinha para federal

Publicado em 22/02/2018 às 16h00
Grupo de partidos bateu martelo sobre formação de chapinha para deputado federal
Grupo de partidos bateu martelo sobre formação de chapinha para deputado federal, Foto: Divulgação

Embora façam parte da base do governador Paulo Câmara (PSB), um grupo de partidos da Frente Popular bateu o martelo sobre a formação de uma "chapinha" para deputado federal. Nessa quarta-feira (21), em Brasília, o PP, SD, PDT e PCdoB fecharam acordo. A conversa se deu na casa do deputado federal e presidente estadual do SD, Augusto Coutinho. Participaram os presidentes das siglas, Eduardo da Fonte, Wolney Queiroz e Luciana Santos, respectivamente. O deputado federal e presidente do PSL, Luciano Bivar, foi ao encontro, mas não definiu se entra na aliança. Os deputados federais Carlos Eduardo Cadoca (sem partido) e Severino Ninho (PSB) estavam na reunião e podem entrar na coligação.

A chapinha é uma alternativa para ampliar o número de deputados e fugir do que alguns têm chamado de "chapão da morte" da Frente Popular. Se as lideranças dos partidos entrassem na chapa proporcional do governador, correriam o risco de não conquistar uma vaga na Câmara dos Deputados. Por isso, ficou combinado entre eles que as legendas devem buscar mais candidatos, mas apenas aqueles com potencial de votos abaixo de 50 mil. Estes funcionariam como cauda para os políticos mais conhecidos. Outro detalhe acertado foi que a chapa para federal seria independente da estadual. Cada partido ficaria livre para fechar outras chapas. O PP, por exemplo, decidiu tentar a Assembleia Legislativa de Pernambuco sozinho. A expectativa é fazer cerca de dez parlamentares. 

A movimentação causou ciumeira em socialistas. "Eles ocupam espaços no governo e na hora da eleição vão ficar só com o filé e deixar o osso para o PSB", falou o pessebista, em reserva.

Fonte:Blog da Folha de PE.

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PMDB: R$ 1,5 milhão a cada deputado, anuncia Jucá

Publicado em 22/02/2018 às 13h45

O senador Romero Jucá (PMDB-RR), presidente do PMDB, anunciou nesta quarta-feira a distribuição dos recursos do fundo eleitoral aos deputados federais e senadores do partido que irão disputar a reeleição neste ano.

A divisão foi decidida numa reunião da bancada de legenda no Congresso — que reconduziu Juca à presidência da sigla.

No encontro, os integrantes do partido definiram que cada deputado receberá R$ 1,5 milhão, enquanto os senadores irão ganhar R$ 2 milhões. O senador ressaltou que estão nesse grupo apenas os parlamentares que já têm mandato, e não qualquer candidato.

— Discutimos que do fundo eleitoral os deputados federais receberão R$ 1,5 milhão e senadores candidatos ao Senado receberão R$ 2 milhões — explicou Jucá.

Atualmente, o PMDB tem 59 deputados e 14 senadores cujos mandatos terminam neste ano (outros seis senadores tem mandato garantido até 2022).

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Caso todos esses parlamentares tentem a reeleição, o partido gastaria R$ 116 milhões. O valor que cada partido receberá ainda não foi definido, mas a estimativa é que o PMDB tenha R$ 222 milhões para utilizar na eleição.

Jucá disse ainda que os valores a serem destinados para os outros candidatos — governo estadual e, eventualmente, presidência — serão definidos só depois de o tamanho do fundo eleitoral ser definido. Além disso, adiantou que o quadro de candidatos que vão pleitear vagas pela sigla ainda não está formado.

 

Fonte :O Globo – Patricia Cagni

Blog do Magno Martins.

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Contratações temporárias em Manari são julgadas ilegais

Publicado em 22/02/2018 às 12h00

Foi julgada, na última terça-feira (20), pela Primeira Câmara, uma auditoria que analisou a admissão de pessoal da Prefeitura de Manari, no exercício de 2016, tendo como interessado o prefeito Gilvan Albuquerque Araújo (conhecido como Van de Otaviano), além dos secretários de Saúde e Meio Ambiente, Desenvolvimento Social e de Educação. O objeto da análise foi a contratação temporária de 155 pessoas para áreas de saúde, educação e assistência social. O relator do processo foi o conselheiro substituto Marcos Nóbrega.

A defesa dos interessados justificou as contratações alegando o “excepcional interesse público” e que caso não fossem feitas, “a educação não teria como funcionar, por falta exclusivamente de professores; a saúde ficaria totalmente paralisada, pois não haveria médicos, enfermeiros, dentistas e técnicos de enfermagem”.

Em seu voto o conselheiro substituto alega que por ser o último ano daquela gestão, o prefeito teve tempo hábil para ter realizado concurso público (o último ocorrido em 2010), além disso, a prefeitura não realizou processo seletivo público, ainda que simplificado, para as contratações temporárias. Outro ponto foi a extrapolação do limite estabelecido da LRF no quadrimestre das admissões, chegando a 58, 28% quando o limte é 54%.

Estes motivos levaram ao julgamento da ilegalidade de todas as contratações, sendo negado os devidos registros. O relator também imputou uma multa no valor de R$ 8.000,00 ao prefeito e demais secretários. Por fim, determinou ao gestor em questão, que foi reeleito, para providenciar o levantamento da necessidade de pessoal para execução dos serviços oferecidos pela prefeitura, objetivando a realização de um novo concurso público.

Fonte:TCE-PE.

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Alckmin deve intervir nos maiores colégios eleitorais

Publicado em 22/02/2018 às 11h00

Pré-candidato à Presidência, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, vai ter a palavra final sobre as candidaturas do PSDB aos governos estaduais. De acordo com aliados do tucano, a ideia é usar uma resolução partidária de 2014 que deu carta branca à executiva do partido para promover intervenções nos diretórios regionais quando necessário.
 
Naquele ano, o senador Aécio Neves (MG) era presidente do PSDB e pré-candidato ao Palácio do Planalto, assim como Alckmin agora. A proposta foi aprovada na época pelo diretório nacional, apesar de sofrer forte resistência interna.
 
A preocupação no entorno de Alckmin é que ele fique sem palanques fortes nos principais colégios eleitorais do País. Pelo mapa atual, o PSDB não tem opções competitivas em Minas Gerais, Rio, Bahia e Pernambuco, que representam cerca de 30% do eleitorado nacional. 
 
Por ora, o partido contabiliza 12 pré-candidaturas consideradas "consolidadas" pela cúpula tucana, mas parte delas pode acabar sendo sacrificada em nome do projeto nacional. Alckmin tem dito a aliados que nesses casos é normal que "a ordem venha de cima".
 
Potenciais aliados do PSDB na eleição presidencial de outubro, PSD, DEM, PSB e PPS devem apresentar ao governador suas listas de prioridades regionais. Essa equação será decisiva para os tucanos.
 
O DEM calcula nove potenciais candidaturas estaduais, sendo Goiás, Rio, Bahia e Rio Grande do Sul as prioritárias. A legenda pede que os tucanos apoiem Ronaldo Caiado em Goiás, César Maia no Rio, ACM Neto na Bahia e Onyx Lorenzoni no Rio Grande do Sul.
 
Já as conversas de Alckmin com o PSB só avançarão se o partido desistir de disputar Pernambuco, Distrito Federal e Espírito Santo para apoiar a sigla. 
 
Fator Minas. Base de Aécio, que planeja disputar a reeleição, Minas Gerais é a maior preocupação dos auxiliares e estrategistas do governador paulista. O Estado representa 10,6% do eleitorado nacional.
 
O PSDB caminhava para fechar uma aliança com o DEM, que deve lançar o deputado Rodrigo Pacheco ao governo do Estado. O acordo porém, não vingou por causa da resistência do DEM a incorporar Aécio na chapa como candidato ao Senado.
 
Pacheco, que vai deixar o MDB mineiro para ingressar no DEM, disse nesta quarta-feira, 21, que não faz objeção em apoiar a candidatura presidencial de Alckmin no Estado e que gostaria de ter em seu palanque o senador tucano Antonio Anastasia (mais informações nesta página) - nome que também agrada ao governador de São Paulo.
 
Aliados de Aécio, no entanto, ensaiam lançar um deputado federal da bancada mineira com o objetivo de marcar posição e garantir a candidatura à reeleição do senador. Essa opção, por sua vez, desagrada a interlocutores de Alckmin. A solução de consenso seria colocar Anastasia na disputa ao governo mineiro.
 
Líderes e deputados do PSDB pressionaram nesta quarta Anastasia, que resiste à ideia. Em Brasília, onde passou o dia, Alckmin se reuniu com o senador mineiro e afirmou que ele é o "candidato natural" do partido ao Palácio Tiradentes, sede do governo estadual.
 
Minas Gerais, atualmente sob o comando do petista Fernando Pimentel, foi governada por Anastasia de 2010 a 2014. O senador era vice de Aécio, que renunciou ao cargo para concorrer à vaga no Senado.
 
Alckmin disse que será o "porta-bandeira" de Anastasia, caso ele queira disputar o cargo. "Anastasia é um quadro excepcional, une o partido e também os aliados. Se depender de mim, estarei na linha de frente, porta-bandeira do Anastasia", afirmou o presidenciável tucano.
 
Conversas
 
Alckmin teve nesta quarta em Brasília vários encontros ao longo do dia com senadores de Espírito Santo, Ceará, Minas Gerais e Santa Catarina. 
 
O líder do PSDB no Senado, Paulo Bauer (SC), foi um dos que discutiram sobre as eleições com o governador de São Paulo. Também houve conversas com os senadores Tasso Jereissati (CE) e Ricardo Ferraço (ES), além de Anastasia.
 

Fonte: Agência Estado

Diario de PE.

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