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Diferente de Gleide Ângelo Joel da Harpa apoia decreto de arma

Publicado em 17/01/2019 às 20h00

“O povo brasileiro não aguenta mais ver o cidadão de bem à mercê da criminalidade, que está muito bem armada. Sou completamente a favor da liberação de armas  pois a  população tem o direito da legítima defesa, especialmente se vive em área isoladas ou exerce atividades de risco”, afirma o deputado estadual Joel da Harpa.

Policial militar e integrante da bancada evangélica, o parlamentar acredita que usar uma arma para legítima defesa nem é crime, nem é pecado. E parabeniza o presidente Jair Bolsonaro pelo decreto que facilita a posse de armas, uma de suas principais promessas de campanha. O decreto altera o Estatuto do Desarmamento, aprovado em 2003, que limita o acesso a armamentos no Brasil.

Segundo Joel, nos Estados Unidos, a liberação do porte de armas tem garatido resultados positivos. De 2007 até o momento, o número de americanos com licença para portar armas cresceu 178%  mas segundo estatísticas oficiais do Governo Norte – Americano, num estudo do Centro de Pesquisas para Redução de Crimes, a taxa de crimes violentos caiu 25%. Os números são os mais baixos desde 1957. 

O deputado é autor de projeto que defendeu a isenção do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para a compra de armas de fogo por agentes de segurança pública. Ele propõe também, que guardas municipais e agentes de trânsito utilizem armamento em serviço.

Fonte: Blog Ponto de Vista.

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Procuradoria Geral da República pede ao STF que Lula Cabral volte para prisão

Publicado em 17/01/2019 às 19h00
Foto: Giovanni Costa/Alepe
                            Foto: Giovanni Costa/Alepe

A Procuradoria Geral da República apresentou uma manifestação ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, pedindo a revogação da liminar em habeas corpus que garantiu a liberdade do prefeito do Cabo do Santo Agostinho, Lula Cabral (PSB), nesta segunda-feira, no Recife.

O pedido é para que o prefeito retorne à prisão.

A manifestação é assinada por Cláudia Sampaio Marques, subprocuradora-geral da República.

“É concreto o perigo à ordem pública, à instrução criminal e à aplicação da lei penal caso o paciente seja mantido em liberdade, pois poderá influenciar nas investigações, como já fez anteriormente, e tentar ocultar o patrimônio, obtido de forma ilícita”, diz a representante do MPF no Supremo.

Em peça de 20 páginas, a representante do MPF apresentou argumentos para o retorno do prefeito à prisão.

“Lula Cabral desfruta de um padrão de vida elevadíssimo, incompatível com o cargo de um prefeito municipal”, escreveu.

Em outro ponto da manifestação, sobre Lula Cabral, a subprocuradora-geral da República diz que “há relatos sobre a enorme influência política do paciente na região”.

O presidente do STF, no plantão de sábado (12), garantiu a liberdade de Lula Cabral, em uma liminar.

De acordo com advogados locais, agora, caso o próprio presidente do STF não aprecie o novo pedido do MPF, a decisão final caberá à ministra Carmen Lúcia, relatora do processo, ao voltar das férias em fevereiro

Fonte : Blog de Jamildo.

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Como será o segundo mandato do governador Paulo Câmara?

Publicado em 17/01/2019 às 18h00

Rafael Bandeira/LeiaJáImagens/Arquivo

Mesmo após mais de três meses, o resultado eleitoral que levou o governador Paulo Câmara (PSB) à reeileição ainda divide opiniões. De fato, os pernambucanos ficaram divididos: o pessebista teve 50, 7% dos votos válidos, derrotando o então rival Armando Monteiro Neto (PTB). Passada a acirrada disputa, uma pergunta não quer calar: como será o seu segundo mandato? As promessas de campanha serão cumpridas? Que perfil deverá ser seguido?

A depender do governador, os “avanços” continuarão. No discurso de posse realizado no último dia 1° de janeiro, em cerimônia que aconteceu na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), Paulo chegou a dizer que tinha “orgulho” em afirmar que Pernambuco não parou de avançar, apesar da “crise tremenda” que o Brasil enfrentou. Ele ainda ressaltou, na ocasião, que o seu projeto político foi aprovado e manifestado democraticamente pela maioria dos pernambucanos, nas doze regiões do Estado. 

No entanto, apesar da confiança do governador, o panorama geral não é de tanta segurança. Na avaliação do cientista político Vitor Diniz, o segundo mandato será mais desafiador do que o primeiro porque os pernambucanos foram atingidos em cheio pela crise econômica e, agora, irão cobrar do governo estadual “um novo ciclo” de desenvolvimento com a volta de emprego e investimentos. 

“No segundo mandato, o governador deve fortalecer sua base de sustentação para poder aprovar medidas necessárias, que muitas vezes não contam com forte apoio popular. A situação financeira dos Estados é gravíssima e os próximos anos ainda serão desafiadores. Será preciso muita gestão e disciplina fiscal para vencer os desafios”, ressaltou Diniz. 

O termo “crise” foi bastante utilizado pelo governador durante o primeiro mandato ora ao justificar o não andamento de algumas obras, ora para ressaltar que sua gestão conseguiu realizar alguns feitos “apesar da crise”. Câmara chegou a culpar o então governo Temer (MDB) pelo atraso em obras que, segundo ele, dependia da verba federal como os recursos necessários para obras de barragens de contenção de enchentes na Zona da Mata Sul. 

Outro fator também deve ser determinante para o desenvolvimento do Estado: a relação que deve ser construída entre o governador e o presidente Jair Bolsonaro (PSL). Apesar do socialista, em primeiro momento, ressaltar que Pernambuco não iria admitir nenhuma submissão nem mesmo aos poderes mais altos da República, posteriormente o socialista depois diminuiu o tom ao tocar no assunto. 

Recentemente, Câmara avisou que aguarda um encontro com o militar com o objetivo maior de mostrar os projetos necessários ao Estado como, por exemplo, terminar obras como a Adutora do Agreste e de começar outras. Segundo ele, toda a conversa será feita com “espírito público, pé no chão e serenidade”. 

Para Vitor Diniz, a relação do governo estadual com o presidente Bolsonaro tem que ser pragmática. “A União ainda detém certo poder de investimento, necessário para garantir a execução e finalização de importantes obras no estado”, alertou. 

O governador também deve ser peça-chave para uma decisão que não está tão distante assim: a escolha de algum correligionário para disputar a prefeitura do Recife em 2020. Um dos nomes especulados para participar do pleito é o do deputado federal eleito João Campos (PSB), que teve uma votação histórica em Pernambuco alcançado mais de 400 mil votos.

Assim como foi apadrinhado por Eduardo Campos, em 2014, quando seu nome ainda não era conhecido pelos pernambucanos, Paulo Câmara também deverá liderar a escolha do nome que deve sucedê-lo em 2023. “Como uma das principais lideranças do PSB, o governador será fundamental na escolha das duas candidaturas, no entanto sua força na escolha vai depender do sucesso do seu segundo mandato”, ressaltou o cientista. 

Em meio às incertezas sobre o segundo mandato, uma coisa é certa. A postura do governador deve continuar sendo a mesma: de otimismo e de comemoração quanto aos resultados obtidos. Nessa terça (15), ele chegou a afirmar que Pernambuco estava no “caminho certo” em relação a um tema que muito preocupa os brasileiros: a violência urbana. 

De acordo com dados divulgados, o Estado alcançou uma diminuição de 23,2% no número de homicídios, em relação a 2017, representando a maior redução nos registros de Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLIs) desde a criação do Programa Pacto Pela Vida, em 2007. “Muita coisa tem que ser feita, ainda há muito que melhorar, mas estamos em um caminho positivo e é nesse caminho que vamos seguir, com reduções de mês em mês”, disse em um discurso já costumeiro. 

Já nesta quinta (16), o governador se reuniu com os três senadores pernambucanos, Jarbas (MDB), Humberto (PT) e Fernando Bezerra Coelho (MDB) para debater a continuidade de projetos e ações prioritárias para o desenvolvimento social e econômico do Estado. Câmara disse que, em conjunto, é possível fazer com que as ações andem de forma mais célere no âmbito do Governo Federal.    

 Fonte :Leia Ja.

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A primeira promessa foi a arma e não o emprego

Publicado em 17/01/2019 às 17h00

A primeira promessa foi a arma e não o emprego

Bolsonaro herdou dos governos Dilma/Temer 14 milhões de desempregados. É um número que assusta qualquer governante, sabendo-se que o Brasil cresce a passos lentos e que para recuperar os postos de trabalho que perdeu levará pelo menos uma década. O enfrentamento dessa questão foi uma das promessas de campanha do atual presidente da República, bem como do poderoso ministro da Economia, Paulo Guedes, que escolheu a dedo todos os membros da equipe econômica – presidentes do Banco Central, Banco do Brasil, Caixa Econômica, Petrobrás, Secretário da Receita Federal. No entanto, a cabeça do presidente ainda não está focada nessas questões, e sim em temas ideológicos e relacionados com a segurança. Seu decreto assinado anteontem, flexibilizando a venda de armas de fogo para defesa pessoal, foi um grande desserviço prestado à nação e o tempo haverá de comprovar isto. No Brasil assassinaram-se em 2018 mais de 64 mil pessoas, a maior parte delas por arma de fogo. Deduz-se, portanto, que o país precisa desarmar sua população para enfrentar esse problema, e não o contrário, conforme asseguram os mais acreditados estudiosos dessa matéria. Permitir que cada cidadão possa comprar até quatro armas foi a primeira promessa cumprida pelo novo presidente, quando sua prioridade deveria ter sido algo na área econômica para tentar reduzir o desemprego.

A cabeça de Bolsonaro continua focada em temas ideológicos e de segurança pública

Aposentadoria parlamentar

Já têm direito a se aposentar pelo Instituto de Previdência do Congresso (IPC) 142 ex-deputados federais, entre eles os pernambucanos Clementino Coelho, Severino Cavalcanti e Sílvio Costa, além do senador Armando Monteiro. Os proventos estão fixados em até R$ 33.763,00. O benefício é proporcional ao tempo do mandato, mas 8 anos já são suficientes para requerê-lo.

Isolamento – Depois que o PDT e o PCdoB decidiram apoiar a reeleição de Rodrigo Maia (DEM-RJ) à presidência da Câmara Federal, ou o PSB os acompanha ou volta para os braços do PT que pretende lançar um candidato alternativo. O presidente Carlos Siqueira é contra o apoio.

É pouco – A queda do número de assassinatos em Pernambuco em 2018 em relação a 2017 (de 4.427 para 4.166) foi uma notícia boa para a população e para o seu governo, mas ainda é preciso melhorar muito. Pernambuco continua sendo um dos estados mais violentos do país.

A paz – Mais uma vez, Brejinho, localizado no Sertão do Pajeú, apareceu na lista de municípios em que não foi registrado nenhum crime de morte em 2018. A campanha em favor da paz foi iniciada pelo ex-prefeito José Vanderley da Silva e continuada pela atual Tânia Maria (PSB).

Ordem do dia – O ministro Sérgio Moro (Justiça) conversou ontem cerca de 1 hora com o secretário de Segurança Urbana da Prefeitura do Recife, Murilo Cavalcanti, sobre um tema em que ele é craque: Compaz e a experiênca de Medellín (Colômbia) no combate à criminalidade.

Menos ruim – A bancada do PT no Senado, incluindo o líder Humberto Costa (PE), tende a fechar com Renan Calheiros (MDB-AL) para presidente por falta de opção. Renan está-se chegando para Bolsonaro, mas nada fará para prejudicar Lula, seu aliado nas últimas eleições.

Fonte :Blog de Inaldo Sampaio.

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Oposição precisará se reiventar em Pernambuco

Publicado em 17/01/2019 às 16h00

As eleições do ano passado configuraram a sexta vitória do PSB em eleições majoritárias desde a chegada de Eduardo Campos ao Palácio do Campo das Princesas. De todas as vitórias, a de Paulo Câmara foi a mais apertada, porém diferentemente da segunda vitória de Geraldo Julio no Recife e da primeira de Eduardo Campos, que foram no segundo turno, Paulo acabou liquidando a fatura no primeiro turno e levou consigo seus dois senadores. A abertura das urnas trouxe uma realidade dura para a oposição, mas o plano nacional, com a vitória de Jair Bolsonaro, e o próprio exemplo do presidente, deram o caminho a ser adotado pela oposição não só para a disputa pela prefeitura do Recife no ano que vem como para as eleições estaduais de 2022.

Jair Bolsonaro foi muito autêntico na sua saga contra o PT, desde a vitória de Dilma Rousseff em 2014 que o atual presidente não descansou um minuto sequer, foi combativo, bastante crítico e não baixou a guarda. Soube enxergar o vácuo de lideranças políticas e se apresentou como novo mesmo sendo um político tradicional através das redes sociais. A hegemonia petista que durou quatro eleições presidenciais foi encerrada por um homem que tinha apenas 8 segundos de guia eleitoral.

Portanto, antes de pensar em 2020 e 2022, a oposição precisará trabalhar ano após ano, utilizando as ferramentas das redes sociais para apontar os erros do PSB tanto na capital quanto no estado. Antes de se trabalhar nomes para a disputa pela prefeitura do Recife, que é a eleição mais próxima do horizonte, é preciso realizar uma ação integrada entre vereadores e deputados estaduais e federais de oposição para apontar os erros do PSB e fragilizar suas gestões. O que favorecerá a oposição é ter o governo federal ao seu lado depois de muitos anos de petismo exacerbado, e isso significa muita coisa, uma vez que se fizer o feijão com arroz, Jair Bolsonaro será um importante eleitor em 2020, pois diferentemente das gestões do PSB que já duram doze anos no estado e seis anos no Recife, Bolsonaro ainda não tem a chamada fadiga de material.

Está latente a necessidade de a oposição considerar nomes que nunca disputaram eleições majoritárias como Silvio Costa Filho e André Ferreira, por exemplo, e também contar com a candidatura de alguém que tenha forte identificação com o presidente Bolsonaro. A estratégia é simples: forçar um segundo turno contra o candidato que terá a benção de Geraldo Julio e Paulo Câmara. Diferentemente de 2016 quando João Paulo chegou ao segundo turno e perdeu pelo desgaste do PT que estava no auge, um segundo turno em 2020 entre o nome do PSB e um nome alinhado com Bolsonaro poderá ser letal para a hegemonia socialista na capital.

Fabíola Cabral – Uma das dez mulheres eleitas para a Assembleia Legislativa de Pernambuco, a deputada estadual Fabíola Cabral, assumirá o mandato no dia 1 de fevereiro com a incumbência de representar as mulheres na Casa Joaquim Nabuco. A deputada deverá realizar uma série de ações para fomentar políticas públicas voltadas para o segmento feminino.

Força – O prefeito de São Lourenço da Mata, Bruno Pereira, deu uma grande demonstração de força ao garantir 4.156 votos a Zeca Cavalcanti para deputado federal e 4.187 votos a Guilherme Uchoa Junior para deputado estadual. Ambos ficaram entre os mais votados do município, o que mostrou a sua competitividade eleitoral para 2020 quando tentará a reeleição.

Agenda – O vice-presidente General Mourão receberá no próximo dia 23 em Brasília o deputado estadual eleito Marco Aurélio e o presidente estadual do PRTB, Edinázio Silva. Mourão na ocasião estará no exercício da presidência da República e tratará com os dois correligionários os detalhes finais da sua vinda ao estado para receber o título de cidadão recifense.

Visita – A vinda do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, a Pernambuco ocorrerá no empresarial JCPM a partir das 10 horas da manhã, onde ele se reunirá com a bancada pernambucana na Câmara Federal. Na ocasião, ele também será recebido pelo governador Paulo Câmara no Palácio do Campo das Princesas.

RÁPIDAS

Embarque – O governador Paulo Câmara acompanha, nesta quinta-feira, o embarque da primeira turma de intercambistas do Programa Ganhe o Mundo neste ano de 2019. O grupo é formado por 37 estudantes da Região Metropolitana do Recife (RMR), Zona da Mata e Agreste do Estado que seguem para os Estados Unidos, onde estudarão por um semestre letivo.

Reunião – O governador Paulo Câmara recebeu ontem no Palácio do Campo das Princesas os três senadores pernambucanos, Fernando Bezerra Coelho, Humberto Costa e Jarbas Vasconcelos. Eles discutiram os projetos de interesse do estado e afinaram os ponteiros para a atuação no Senado Federalmem em defesa de Pernambuco.

Inocente quer saber – Jarbas Vasconcelos e Fernando Bezerra Coelho estão próximos de fumar o cachimbo da paz?

Fonte : Blog Edmar Lyra.

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