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Lúcio Beltrão, um dos atletas mais vitoriosos do estado, assume o CREF12/PE

Publicado em 21/04/2019 às 12h00

O Conselho Regional de Educação Física da 12ª região/Pernambuco (CREF12/PE), entidade semelhante à OAB e ao CREMEPE, realizou a eleição da Diretoria da entidade nesta terça-feira no Círculo Militar do Recife. A chapa eleita para os próximos três anos é composta por:

Presidente: Lúcio Francisco Antunes Beltrão Neto (CREF 003574-G/PE)

1ª Vice-Presidente: Nillúzia Liana Arruda de Andrade (CREF 004223-G/PE)

2º Vice-Presidente: Bruno Leandro de Melo Barreto (CREF 005363-G/PE)

1º Secretário: Felipe Araújo de Lira (CREF 004445-G/PE)

2º Secretário: Diego de Mélo Lima (CREF 004018-G/PE)

1ª Tesoureira: Maria Aída Alves de Andrade (CREF 002734-G/PE)

2º Tesoureiro: Anderson Henrique Souza de Almeida (CREF 005086-G/PE)

O presidente eleito, Lúcio Beltrão, tem um currículo brilhante. Possui 02 graduações e 04 pós-graduações, aprovações em todos os concursos que prestou, além de ter sido atleta da seleção brasileira de karate e um dos faixas pretas mais novos do Brasil. É um dos atletas mais vitoriosos de Pernambuco. É o único homem do Brasil a sagrar-se campeão brasileiro de Kata (luta imaginária) e Kumite (combate) no mesmo evento. Beltrão também é o recordista (invicto) de títulos pernambucanos. Ele disputou 18 campeonatos pernambucanos e foi campeão em todos os 18 anos no kumite. No kata foram 16 títulos e 2 vice-campeonatos. Também foi Vereador Jovem do Recife, presidente da Juventude do PSDB e membro da Executiva do partido. Foi presidente da Federação Pernambucana de Karate (FPK) e é suplente de vereador do Recife pela coligação PSL/PSDB. O desafio do Prof. Lúcio Beltrão agora é realizar as mudanças que os profissionais de educação física tanto esperam no conselho profissional.

O novo presidente do CREF12/PE, Lúcio Beltrão, prometeu muito empenho para realizar as mudanças exigidas pelas profissionais de educação física.

“Tenho muito orgulho da chapa que fiz parte. O grupo é extremamente qualificado. Vamos trabalhar juntos com todos os profissionais de educação física, funcionários do CREF, empreendedores, conselheiros e toda a sociedade, para entregar serviços de qualidade. Estou ciente do desafio que enfrentaremos e da legitima expectativa, mas estou confiante.”, falou Lúcio Beltrão, o presidente de CREF mais jovem do país e o primeiro homem a assumir o CREF estadual.

Lúcio Beltrão também prometeu abrir o CREF12/PE para todos que queiram ajudar ou conhecer a autarquia.

“Abriremos o CREF para todos os profissionais de educação física que queiram ajudar nossa gestão. Alguns já nos procuraram para fazer parte das comissões de fitness, gestão, lutas, saúde, escolar, fiscalização, entre outras. Também faremos parcerias com as instituições de ensino superior para que os universitários conheçam o dia a dia do nosso conselho.”

O CONFEF e CREFs foram criados em 1998. O Conselho Regional de Educação Física da 12ª Região/Pernambuco (CREF12/PE) – autarquia especial sem fins lucrativos – é órgão consultivo, de representação, normatização, disciplina, defesa e fiscalização dos Profissionais de Educação Física, bem como das Pessoas Jurídicas prestadoras de serviços nas áreas de atividades físicas, desportivas e similares.

O Conselho Regional de Educação Física da 12ª região/Pernambuco (CREF12/PE) conta com mais de 1.500 pessoas jurídicas registradas e 15 mil profissionais. O Prof. Lúcio Beltrão será a terceira pessoa a presidir a entidade. O primeiro homem.

Fonte :Blog Ponto de Vista.

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Temas estratégicos nas mãos da Alepe

Publicado em 21/04/2019 às 11h00
Sessão plenária da Alepe
Sessão plenária da AlepeFoto: Roberto Ramos/ Alepe

Pouco mais de cem dias após iniciar o segundo mandato, o governador Paulo Câmara (PSB) tem enviado para a Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) uma série de projetos de lei que vão ajudar a dar a marca da sua segunda gestão. Tramitam na Casa temas estratégicos para o Executivo, como a criação do consórcio entre os estados do Nordeste e a instituição de um programa estadual de prevenção à violência.

O mais avançado desses textos é o protocolo que institui o consórcio Nordeste, uma aliança entre os nove estados da região para baratear a compra de insumos e para atuar em conjunto em temas como segurança pública, que já foi discutido na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), onde deve ser votado na próxima semana. Além do planejamento de políticas integradas de desenvolvimento econômico, infraestrutura e inovação; através do consórcio os nove estados da região poderão adquirir, de forma centralizada, medicamentos, equipamentos e material de saúde; a cooperação de órgãos de segurança na execução de ações e a integração de sistemas de inteligência policial.

O texto também prevê a criação de um "simples" do Nordeste voltado para os pequenos produtores rurais; o aprimoramento da estrutura viária entre os estados; a elaboração de programas regionais de educação voltados para a formação profissional; a criação de plataformas virtuais de ensino; a criação de subsidiárias de fomento de âmbito regional; a constituição de fundos especiais para financiar projetos de integração entre os entes federativos; e a criação de um centro de inteligência que desenvolva pesquisas sobre o desenvolvimento econômico do Nordeste.

"O consórcio é uma medida inovadora do ponto de vista do ordenamento formal e administrativo do País. Tem uma legislação federal que estabelece a possibilidade de os entes públicos no Brasil se consorciarem. Mas esse modelo da região Nordeste é inédito no País. Nós estamos falando de 56 milhões de pessoas, mais do que muitos países do mundo. O projeto que está tramitando aqui na Casa é para que o Estado possa coordenar as ações integradas regionalmente. Na segurança pública, por exemplo, já há uma troca entre os estados. Mas não há um instrumento legal que dê segurança para o compartilhamento de informações sobre grupos de extermínio e de assaltos", afirma o líder do governo no Legislativo, Isaltino Nascimento (PSB).

Durante a tramitação da matéria, o deputado Antonio Fernando (PSC) apresentou uma emenda para que, nas regiões de fronteiras, as pessoas possam receber assistência médico-hospitalar no estado vizinho. A CCJ propôs levar o tema a debate no próximo encontro dos governadores, já que a proposta precisa ser aprovada por todos os nove estados; portanto qualquer mudança no texto tem que passar por todas as assembleias.

Prevenção ao crime

Outro tema estratégico para o governo em tramitação no Legislativo é o projeto que institui a política estadual de prevenção social ao crime e à violência. A iniciativa, que vai atuar em parceria com o Pacto Pela Vida, será coordenada pelo secretário de Prevenção às Drogas, Cloves Benevides, indicado pelo PP.

A ideia é pensar ações estratégicas, em territórios e faixas etárias sujeitos à violência, e planejar formas de prevenir que essas populações tenham contato com o crime. As políticas públicas vão priorizar, por exemplo, o recorte etário entre 12 e 29 anos, onde os adolescentes e jovens tem mais vulnerabilidade à violência. Através delas, o governo poderá fazer parcerias com entidades da sociedade civil e organizações não governamentais. A política prevê ainda que o governo desenvolva ações de prevenção junto a indivíduos com comportamento de risco e que já praticaram crimes ou atos de violência.

São universos prioritários de atuação os egressos do sistema de medidas socioeducativas ou do sistema prisional, reeducandos, usuários e dependentes de drogas e pessoas em situação de ameaças. Também está no texto a existência de um Observatório Pernambucano de Prevenção Social ao Crime e à Violência, que realizará levantamentos e análises de dados e desenvolverá pesquisas para monitorar a evolução dos índices nos territórios que receberão a atuação da nova legislação.

"Essa política estadual de prevenção ao crime possibilita ao Estado desenvolver ações na área de prevenção social da violência atuando nas áreas integradas de segurança pública. Principalmente nas áreas que tenham maiores indicadores de homicídios e de crimes violentos ao patrimonio do Estado. Ali, o Estado poderá fazer parcerias com os municípios e com o terceiro setor, como organizações não governamentais e instituições da igreja, de modo a prover as ações mais diversas de prevenção à entrada da juventude na violência e ao uso de drogas", explica Isaltino.

Oposição

Do lado da oposição, a avaliação é que o principal projeto em tramitação no Legislativo é uma emenda à Constituição do Estado que permite aos parlamentares apresentarem propostas que gerem despesas ou tratem de matérias financeiras. A PEC, de autoria do governista Alberto Feitosa (SD), argumenta que apenas em Pernambuco e no Acre os deputados estaduais não podem apresentar propostas que elevem despesas. Hoje, temas como a criação ou extinção de cargos públicos e a definição de reajustes salariais só podem tramitar se forem de autoria do governador Paulo Câmara.

"Eu não vou dizer que é um projeto que é prioritário para a oposição. Eu diria que é um projeto da Casa, que equilibra um pouco essa igualdade do Legislativo com o Executivo, que hoje não existe. Com todo o respeito aos demais projetos de qualquer outro deputado da Casa, mas eu acho que essa PEC do deputado Alberto Feitosa dá autonomia aos parlamentares. Apenas em dois estados da federação, os deputados estaduais não podem legislar sobre matéria financeira", defende o líder da oposição, Marco Aurélio Medeiros (PRTB). "Não é que a gente vai criar despesa. Não haverá criação de despesa. Dentro do orçamento que vai ser executado durante o ano, nós poderemos dizer: eu quero colocar esse recurso aqui na escola estadual fulano de tal. Dentro do orçamento que vai vir. A gente não vai acrescentar nenhum real", explica o oposicionista.

Embora já tenha criticado o consórcio do Nordeste, Marco Aurélio disse que a oposição não tem como votar contra a matéria. "Ele preenche todos os requisitos, não tem irregularidade. E tecnicamente pode ser muito bom para os estados. Agora, é preciso destacar que no mesmo dia que esse protocolo foi assinado, o governador Paulo Câmara deu uma declaração de oposição ao governo do presidente Jair Bolsonaro. Esse consórcio não pode existir para fazer oposição ao presidente Bolsonaro", ressalva.

Em relação à proposta de uma política de prevenção ao crime e à violência, o líder da oposição também sinaliza favorável. "Qualquer projeto que seja no combate a violência, as drogas, que seja importante ao povo de Pernambuco, nós vamos votar a favor de todos. 

Fonte: Blog da Folha de PE.

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Governo libera R$ 800 mi para evitar paralisação de obras do Minha Casa

Publicado em 21/04/2019 às 10h00
Foto: Acervo JC Imagem
                    Foto: Acervo JC Imagem

 Estadão Conteúdo

O governo vai liberar R$ 800 milhões adicionais em recursos para evitar a paralisação das obras do Minha Casa Minha Vida (MCMV), informa reportagem publicada neste sábado (20) pelo jornal Folha de S. Paulo. De acordo com o texto, a liberação da verba ocorre após pressão das construtoras que atuam no programa de habitação popular, que ameaçavam parar com as obras em maio.

A maior pressão vinha das empresas que atuam na faixa 1, que se destina a famílias com renda até R$ 1,8 mil por mês, segmento em que 90% do valor do imóvel é subsidiado com recursos do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR).

De acordo com o texto, os R$ 800 milhões trarão algum alívio, uma vez que, segundo as empresas, há R$ 550 milhões em desembolsos atrasados, mas “não afastam as incertezas para empreendimentos a partir de junho”.

Empresários relataram ao jornal que a situação é “dramática” e que as construtoras suspenderam a busca por novos terrenos e estão revendo a estratégia para futuros lançamentos. Um deles afirmou que a situação é de “caos” porque o governo não está conseguindo honrar com o cerca de 1,5% da participação que tem no programa.

Fonte :Blog de Jamildo.

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O governo Bolsonaro é protagonista da nova política?

Publicado em 21/04/2019 às 09h00

Chico Peixoto/LeiaJáImagens/Arquivo                    Chico Peixoto/LeiaJáImagens/Arquivo

O termo “nova política” tem sido habitualmente utilizado para classificar a atuação do governo Jair Bolsonaro (PSL) tanto pelos próprios integrantes da gestão, inclusive o presidente, quanto por aliados. Mas essa inovação na forma de fazer política no país realmente existe? Bolsonaro tem a praticado em seu governo? E o que é a nova política?

De acordo com o cientista político e professor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Adriano Oliveira, a nova política “é uma categoria inexistente” no Brasil. “Existe o desejo dela ser criada, mas é impossível de ser criada porque é refratária às práticas tradicionais da política”, considerou, dando como exemplo as articulações comuns para a formação de um presidencialismo de coalizão, com a distribuição de cargo e emendas parlamentares.

Na ótica de Oliveira, “se quiser entender a nova política como a ausência de corrupção, é louvável, mas não podemos desconsiderar a negociação política, a busca por espaço de poder e de recursos para atender o eleitorado”.

Para o estudioso, no governo Bolsonaro, o que se chama de nova política é o evidenciamento unitário do presidente. “A nova política não existe no governo Bolsonaro. O que eu vejo é uma espécie de nova política para trazer Bolsonaro para o pedestal. E, de cima desse pedestal, ele guiar as ações do governo sem dialogar como Congresso. Isso significa, portanto, que a nova política, nada mais é para Bolsonaro, do que estar no poder sem ser cobrado e questionado”, disse.

A falta de uma definição concreta para o termo “nova política” também foi apontado pelo cientista político e pesquisador do Observatório do Poder, Arthur Leandro. “Na verdade o slogan nova política é basicamente um rótulo; foi criado a partir das condições concretas com que os grupos políticos que apoiaram o presidente Jair Bolsonaro durante sua campanha usaram para tentar identificar e vender o conjunto de ações que o governo promove”, salientou.

“Na verdade, não existe um objeto concreto claramente observável e distinto das regras clássicas da análise política que possa ser identificado como sendo essa nova política. O que existe basicamente é um slogan da análise dos acontecimentos identificada com algumas condições do exercício de poder que não representa uma mudança das regras do jogo”, completou.

O estudioso também explicou o que seria a nova política do governo Bolsonaro. “O fato de que o presidente governa sem o apoio de um grande partido e é de um partido que apenas se tornou grande numericamente com a eleição dele”, destrinchou Leandro, lembrando que o presidente, até o momento, não conseguiu consolidar uma base de apoio no Congresso.

A ausência de uma definição concreta do que seria a nova política, a partir de estudos da área, também dificulta a possibilidade de elencar quem seriam seus verdadeiros protagonistas. Até a própria gestão de Bolsonaro tem dado sinais de que está se rendendo às tradicionais práticas de articulação. Nos bastidores, a expectativa é de que na próxima semana o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni (DEM), apresente aos presidentes dos partidos uma lista de cargos que as legenda, que fizerem parte da base no Congresso, poderão ocupar em troca do apoio governista.

Fonte :Leia Ja.

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Governo se reúne com caminhoneiros para tentar retirar ameaça de greve

Publicado em 20/04/2019 às 20h00
Tereza Cristina, ministra da Agricultura: reunião com caminhoneiros. Foto: Ed Alves/CB/D.A Press -
A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, e líderes de caminhoneiros se reúnem na próxima semana para dar encaminhamento às medidas apresentadas pelo governo e debelar uma possível paralisação prevista para 29 de abril.
 
O caminhoneiro Wallace Landim, conhecido como Chorão — um dos principais líderes da greve do ano passado — e outras lideranças vão ao Espírito Santo com o chefe da Infraestrutura para acompanhar a implementação do Documento de Transporte Eletrônico (DT-e). O estado é uma espécie de piloto para a implementação da ferramenta, que trará informações integradas, como nota fiscal, distância da viagem e cálculo do piso mínimo de frete em cima da distância, bem como o vale pedágio, o valor da estadia para carga e descarga e o próprio contrato da viagem.
 
Na prática, o DT-e vai garantir uma maior fiscalização do cumprimento da tabela de frete, uma das principais reivindicações dos caminhoneiros. O sucesso e a replicação da guia eletrônica é avaliada entre os principais líderes como a resposta que pode tranquilizar os autônomos mais indignados, como Wanderlei Alves, o Dedéco, que tem como base os estados da região Sul. A leitura é de que, somente com propostas concretas, a categoria poderá se entender e deliberar pela necessidade de uma paralisação ou não.
 
Internamente, há uma disputa entre as lideranças que começou nas últimas eleições. Dedéco e Chorão foram candidatos a deputado federal pelo Podemos, no Paraná e em Goiás, respectivamente. Perderam. Depois do período eleitoral, com a vitória do presidente Jair Bolsonaro — o candidato que recebeu apoio massivo da categoria —, Chorão se aproximou do governo e começou a negociar as demandas diretamente com Freitas e o ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni.
 
Já Dedéco não teria conseguido a mesma proximidade, apontam caminhoneiros. Para alguns, teria sido o motivo da mensagem crítica enviada a Lorenzoni por WhatsApp na terça, quando anunciou uma paralisação para 21 de maio. Dois dias depois, no entanto, bancou a paralisação para 29 de abril. A falta de demandas atendidas enervou os brios de líderes como Dedéco, que acusam Chorão de estar alinhado ao governo e ter esquecido a categoria.
 
A pressão interna rachou de vez as lideranças e, agora, Chorão e outros autônomos tentam resgatar a confiança para evitar que a promessa de paralisação de Dedéco desencadeie um efeito dominó. “Ficam com ciúmes, mas não estamos vendo sigla partidária. O que estou fazendo é apenas trabalhar e mostrar o que está sendo feito”, rebateu Chorão. A ideia é que, com a apresentação de resultados na próxima semana, consiga convencer outras lideranças a demoverem a ideia de uma greve.
 
O caminhoneiro esteve com Tereza e Freitas na quarta-feira negociando até outras pautas que nem foram apresentadas pelo governo na terça-feira, como destravamento de contratos diretamente entre autônomos e embarcadores, eliminando do processo a necessidade de transportadoras. A ministra está articulando junto à Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e à Confederação Nacional da Indústria (CNI) e prometeu a Chorão desburocratizar entraves que vêm impedindo que cooperativas de autônomos busquem cargas diretamente na Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).
 
Diario de PE.
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