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PSDB não descarta ter Bruno Araújo candidato ao governo

Publicado em 22/07/2018 às 15h00

Desentendimento de Bruno Araújo com Armando Monteiro leva PSDB a cogitar candidatura ao governo / Foto: Ricardo B. Labastier/Acervo JC ImagemDesentendimento de Bruno Araújo com Armando Monteiro leva PSDB a cogitar candidatura ao governo

Foto: Ricardo B. Labastier/Acervo JC Imagem

Paulo Veras

O deputado federal Bruno Araújo (PSDB) anunciou a retirada do seu nome como opção para disputar o Senado na chapa que o senador Armando Monteiro Neto (PTB) está montando para disputar o governo do Estado, abrindo mal-estar no grupo que faz oposição ao governador Paulo Câmara (PSB). Não está descartado que o PSDB deixe a frente Pernambuco Vai Mudar e lance Bruno como candidato ao governo para dar suporte à candidatura presidencial do ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) em Pernambuco.

Segundo aliados, o argumento apresentado para que Bruno não fosse candidato ao Senado foi a rejeição que ele poderia agregar por ter sido ministro das Cidades no governo Michel Temer (MDB). A alegação não teria sido aceita pelo tucano porque o ex-ministro da Educação Mendonça Filho (DEM) já foi anunciado por Armando como candidato ao Senado.

Além disso, correligionários citam “certa pressão” do PSDB nacional para robustecer a candidatura de Alckmin no Nordeste. Segundo os tucanos, causou preocupação a identificação de Armando com o ex-presidente Lula (PT), já escolhido como presidenciável pelo governador Paulo Câmara e pela vereadora do Recife Marília Arraes (PT).

O senador do PTB visitou o ex-presidente na carceragem da Polícia Federal na última terça. Depois disso, Bruno teria se conversado com Alckmin em São Paulo. “Mesmo não havendo fato novo que descaracterize o perfil dos nomes até então por nós cogitados para colaborar nas candidaturas majoritárias, ficou evidente a dificuldade levantada por esse conjunto em dar seguimento ao meu nome para uma das vagas ao Senado, sob argumentos que me reservo o direito de discordar, pois eram de conhecimento de todos desde nossas primeiras tratativas”, afirma Bruno na nota divulgada à imprensa ainda na madrugada de ontem.

Palanque para Alckmin

Como deputado, ele deu o voto na Câmara que consolidou o prosseguimento do processo de impeachment contra a ex-presidente Dilma Rousseff (PT). “Sigo também firme para defender um projeto nacional que precisa oferecer aos pernambucanos outra alternativa ao congestionamento político que existe aqui de apoio a um único candidato presidencial”, afirma ainda o documento.

Um desentendimento entre Bruno e Armando pode atrapalhar o petebista porque o PSDB é hoje o maior partido na chapa de oposição. Os tucanos adotam cautela ao analisar os próximos passos porque entendem as dificuldades de construir uma candidatura própria perto do prazo das convenções. Há quem argumente que as dificuldades com Armando não são intransponíveis.

Uma reunião do PSDB-PE será convocada no máximo até amanhã. Armando tem o ex-governador João Lyra Neto (PSDB) como um interlocutor dentro da legenda. A assessoria do petebista disse que ele não comentaria.

Fonte: JC.

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PSL faz convenção para lançar candidatura de Bolsonaro

Publicado em 22/07/2018 às 14h15
Fábio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil
Jair Messias Bolsonaro, 63 anos, foi o candidato a deputado federal mais votado no Rio de Janeiro, nas eleições de 2014, com 464 mil votos
Fábio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil
 

O Partido Social Liberal (PSL) faz neste domingo (22), no Rio de Janeiro, convenção nacional para lançar a candidatura do deputado federal Jair Bolsonaro à Presidência da República. É esperado o anúncio de quem irá compor a chapa com o parlamentar. A advogada Janaína Paschoal sinalizou, na sua conta no Twitter, que tem disposição de ser vice na chapa encabeçada pelo parlamentar.

Na quarta-feira passada (18), o Partido Republicano Progressista (PRP), ao qual o general Augusto Heleno é filiado, se recusou a indicar o militar para vice. Antes disso, o PR tinha descartado a indicação do senador Magno Malta (PR) para compor a chapa com Bolsonaro.

Além da confirmação do candidato à Presidência, será realizada também a Convenção Estadual para lançamento das chapas para deputados estaduais e federais e do nome de Flávio Bolsonaro (atualmente no segundo mandato como depuado estadual pelo Rio de Janeiro) para a disputa ao Senado.

Os trabalhos da Convenção serão conduzidos pelo presidente nacional do partido Gustavo Bebianno e pelo vice, Julian Lemos. Já estão confirmadas as participações de correligionários e dirigentes partidários de todos os estados. O término das convenções está previsto para às 17h.

Os organizadores estimam a presença de, aproximadamente, 2,5 mil pessoas de diversos estados do país. Foram instalados telões no espaço do Centro de Convenções Sulamérica, na Cidade Nova, região central do Rio, para que os participantes possam acompanhar melhor a programação e os discursos. A programação poderá ser assistida também por meio das redes sociais do partido e da família do deputado.

Jair Messias Bolsonaro, 63 anos, foi o candidato a deputado federal mais votado no Rio de Janeiro, nas eleições de 2014, com 464 mil votos. Casado três vezes, tem cinco filhos e uma carreira de 25 anos ininterruptos no Congresso.

FonteEBC.

Leia Já.

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A eleição será a mais difícil da história

Publicado em 22/07/2018 às 13h15

Não se preocupe se você não tem ideia do que vai acontecer em outubro. Até quem vive de fazer previsões anda perdido com a corrida presidencial. “Será a eleição mais difícil da história do Brasil”, afirma o presidente do Ibope, Carlos Augusto Montenegro. No instituto desde 1971, ele se diz impressionado com o desinteresse pelo voto. “A população está enojada com a política. Nunca vi o eleitor tão frio e desmotivado”.

O Ibope começou a sondar os eleitores há um ano e dois meses. Segundo Montenegro, o quadro permaneceu imóvel “como água parada”. “Ninguém sobe nem desce, porque os candidatos não emocionam”, avalia. “Pode ser que 70 milhões de brasileiros não votem para presidente. A população está decretando por conta própria o fim do voto obrigatório”.

Apesar da indefinição, Montenegro arrisca alguns palpites. Ele aposta que o atual líder da disputa, Jair Bolsonaro, não se elegerá presidente. “Ele perde para qualquer um no segundo turno”, sentencia. “O voto do Bolsonaro não é ideológico de direita. É como o voto nulo, no Enéas ou no Tiririca”.

O mago das pesquisas duvida que Marina Silva chegue ao segundo turno. “O que ela tem hoje é recall das últimas eleições. Quando o horário eleitoral começar, isso se esfacela. Ela vai sumir”, afirma, referindo-se aos 8 segundos da Rede na TV. Ele diz que Ciro Gomes corre o mesmo risco, caso não consiga fechar alianças. “Mas o maior adversário do Ciro é ele mesmo”, ironiza, referindo-se à língua solta do pedetista.

Para o presidente do Ibope, o desempenho de Geraldo Alckmin ainda é um enigma. “Há um cansaço brutal com o PSDB. O caso do Aécio Neves foi quase um tiro de misericórdia”, afirma. “O Alckmin tem currículo. A dúvida é saber o que vai prevalecer: o desgaste da velha política ou o que ele fez em São Paulo”.

Montenegro aposta que o PT lançará Jaques Wagner, e não Fernando Haddad, mas duvida do potencial de transferência de votos do ex-presidente Lula. Em 2010, ele também declarou que o petista não elegeria um poste. Quebrou a cara com a vitória de Dilma Rousseff. “O PT pegou no meu pé, e com razão”, reconhece, oito anos depois. “Mas o Lula preso é diferente do Lula daquela época”, observa.

Fonte: Bernardo Mello Franco - O Globo.

Blog do Magno Martins.

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Sem esperança de ter o PSB na sua chapa, PT investe agora no PCdoB

Publicado em 22/07/2018 às 12h00

A presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, não tem mais esperança de contar com o PSB em sua chapa presidencial e já admite a hipótese de oferecer a vaga de vice à candidata Manuela D’Ávila (PCdoB) para sair do isolamento.

A hipótese foi discutida na última quinta-feira (19) entre Gleisi e a presidente nacional do PCdoB, deputada Luciana Santos, em São Paulo.

“Temos muita simpatia por este arranjo com Manuela na vice. Mas isso não é decisão que se tome neste momento. Depende de uma discussão interna do PCdoB e também das discussões que o PT tem internamente e com outros partidos”, disse a senadora paranaense.

A presidente do PCdoB, por seu turno, também está conversando com o PDT de Ciro Gomes e não exclui nenhuma das hipóteses.

Fonte :Blog de Inaldo Sampaio.

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PSOL confirma Guilherme Boulos como candidato à Presidência

Publicado em 22/07/2018 às 11h00

O PSOL confirmou neste sábado (21) em São Paulo, o nome do líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Guilherme Boulos como candidato à Presidência da República, para as eleições 2018. A chapa será composta pela líder indígena, Sônia Guajajara que foi escolhida como vice. Nas últimas semanas, Boulos se aproximou do PT em busca de apoio. PSOL estaria de olho no apoio do partido caso o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva seja impugnado pela Justiça Eleitoral.

No dia 9, Boulos e o presidente nacional do PSOL, Juliano Medeiros, participaram de um colóquio promovido pelo Instituto Novos Paradigmas, em Porto Alegre (RS), cujo presidente do conselho é o ex-ministro Tarso Genro, uma das poucas lideranças petistas a romper o silêncio imposto pela direção partidária e falar publicamente sobre as alternativas do partido na disputa presidencial caso Lula seja barrado.
 
Além de Tarso, participaram do colóquio os deputados Maria do Rosário e Henrique Fontana, além do ex-prefeito de Porto Alegre Raul Pont. Segundo participantes, Boulos e Medeiros deixaram uma boa impressão entre os petistas. A repercussão favorável do encontro animou a cúpula da campanha de Boulos, que já fala em receber apoio de medalhões petistas caso Lula seja, de fato, impugnado.
 
Convenção. Participam da convenção deste sábado 61 membros do diretório nacional além de parlamentares do partido, de pré-candidatos aos governos estaduais, à Câmara dos Deputados, ao Senado Federal e às assembleias legislativas. A assessoria do PSOL também divulga a presença de militantes do MTST e de organizações indígenas.
 
Diario de PE.
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