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“Vamos conquistar eleições diretas”, diz Lula em São Paulo

Publicado em 21/07/2017 às 22h15

O ex-presidente Lula disse ontem em São Paulo, durante ato de solidariedade a ele promovido pelo PT, CUT e movimentos sociais, que o Brasil vai “conquistar as eleições diretas” para interromper o “governo ilegítimo” do presidente Michel Temer.

Segundo ele, “o problema deste país não é o Lula, é o golpe e o presidente que eles colocaram no lugar da Dilma sem que tivessem tido eleições”.

“Este é o primeiro ato (em defesa das diretas) mas vão ter outros pelo Brasil afora. Nós vamos conquistar eleições diretas para que o povo brasileiro conquiste a democracia”, acrescentou.

Lula foi condenado a nove anos e seis meses de prisão pelo juiz federal Sérgio Moro no caso do triplex do Guarujá. E teve os bens bloqueados, além de R$ 10 milhões que tinha aplicado em previdência privada.

Bravateiro como sempre, o ex-presidente voltou a dizer que não existe no Brasil ninguém mais honesto do que ele.

“Se o Ministério Público, a Lava-Jato, a Polícia Federal ou o Moro tiver uma denúncia, uma prova, de que o Lula recebeu cinco centavos, por favor me desmoralizem, vá com o processo e me prendam se eu fizer alguma coisa ilegal.

O que não podem é para tentar me prejudicar destruir este país, acabar com a Petrobras, com a Caixa, com milhões de empregos, para tentar prejudicar o Lula”, disse ele.

Para logo em seguida acrescentar: “Como não conseguem me derrotar na política, tentam me derrotar no processo.

Todo dia é um processo, um depoimento, um inquérito”, afirmou.

No próximo mês de agosto, o ex-presidente iniciará um giro pelos nove estados do Nordeste, começando pela Bahia e encerrando no Maranhão.

Fonte :Blog de Inaldo Sampaio.

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Projeto cria Carteira de Trabalho digital e obriga anotação de dados em meio eletrônico

Publicado em 21/07/2017 às 21h00
Reunião Ordinária. Dep. Julio Lopes (PP - RJ)
Julio Lopes: armazenamento de dados por meio eletrônico facilita o resgate de informações e o acompanhamento por parte dos empregados e empregadores

A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 6850/17, do deputado Julio Lopes (PP-RJ), que determina a emissão de carteiras de Trabalho e Previdência social apenas em meio eletrônico, com a inscrição de dados por empregadores em meio digital. O documento iria substituir a Carteira de Trabalho existente hoje.

A proposta altera a Consolidação das Leis do Trabalho (Decreto-lei 5.452/43) e determina que a Carteira de Trabalho e Previdência Social será única para cada cidadão que a requerer e terá apenas uma numeração, que constará em um banco de dados eletrônico que dará acesso a empregados e empregadores.

Banco de dados
É nesse banco de dados, com a identificação do empregado, que o empregador fará as anotações sobre as relações de trabalho, que também poderão ser acessadas pelo trabalhador. O Ministério do Trabalho será o responsável por determinar as instruções sobre os dados a serem inseridos bem como sobre a migração de dados das carteiras atuais para o meio eletrônico.
 

Julio Lopes afirma que a Carteira de Trabalho atual, em formato de caderneta, não acompanhou a evolução da informação no mundo moderno. O armazenamento de dados por meio eletrônico, segundo ele, facilita o resgate de informações e o acompanhamento por parte dos empregados e empregadores.

“As vantagens são inúmeras: será possível realizar, de forma online, consultas a respeito da vida profissional do trabalhador, como saldo do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS); contagem de tempo de serviço; pagamento de abono salarial; pagamento de seguro-desemprego”, afirmou.

Tramitação
A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e Constituição e Justiça e de Cidadania.

ÍNTEGRA DA PROPOSTA:

Reportagem - Carol Siqueira
Edição - Newton Araújo
 
Fonte: Câmara dos deputados.
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Meira joga a toalha no Metrô: ‘não sei ganhar dinheiro com enrolação’

Publicado em 21/07/2017 às 20h00
Foto: Bobby Fabisak/JC Imagem
Foto: Bobby Fabisak/JC Imagem

O coronel reformado Luiz Meira, que entregou o cargo de chefe de segurança do Metrô do Recife (Metrorec), na manhã desta sexta-feira (21), conforme informou com exclusividade mais cedo o Blog de Jamildo, deixou o governo Federal profundamente frustrado, com a falta de estrutura e apoio financeiro para tocar a missão que recebeu.

O consultor de segurança disse a interlocutores que não abandonou o Metro e que, na verdade, foi obrigado a pedir demissão, diante da falta de recursos para trabalhar. Após seis meses à frente do cargo tentando implementar uma nova política de segurança e limpeza no Metrô, o coronel Meira comunicou sua saída ao ministro das Cidades, Bruno Araújo (PSDB), na semana passada. O ministro tentou demover o auxiliar, sem sucesso.

“Tive que sair. Nada tenho contra o Metrô e o ministro (Bruno Araújo). O problema é este: não tem dinheiro para nada e eu não sei estar com enrolação, chegar ao final do mês recebendo meu salário sem trabalhar”, confidenciou a amigos, nesta sexta, após oficializar a entrega do cargo. “Sou transparente. Quero trabalhar”, desabafou.

Conhecido por ser um oficial ‘linha dura’, o coronel aposentado da Polícia Milita Luiz Meira assumiu o cargo afirmando ter como prioridade “colocar ordem no sistema de trens urbanos da Região Metropolitana”.

Meira assumiu o cargo em meio a crise de segurança no Metrô. Em uma entrevista concedida ao Blog de Jamildo em dezembro do ano passado, ele fez questão de ressaltar sua postura dura em relação às regras.

“Nosso intuito não é ir para o enfrentamento, mas é claro que vão existir regras. Os ambulantes, por exemplo, não poderão vender dentro dos trens e não precisamos lembrar a ninguém como é nossa forma de trabalho, se alguém desrespeitar as normas vai se borracha”, declarou.

Os problemas

Meira reclamou que apresentou um projeto grande de segurança, mas que no final não conseguiu andar com nada.

Um exemplo citado foi o Vagão Rosa, dedicado às mulheres. “Era uma necessidade. A gente tinha pesquisa, onde 56% era mulher e molestada. Até hoje os trens não foram envelopados. Não se tem dinheiro. Eu não consegui colocar ninguém para trabalhar”, afirmou o policial, que também reclamou não ter cadeira, birô ou sala para trabalhar.

Sem equipe, Meira frisou que, mesmo sendo consultor, era obrigado a ficar sozinho no Metrô, para ir para dentro dos trens, com os ambulantes.

“Não tenho vara de condão (para fazer mágica). Tentamos tudo que podíamos. Lutei até a última hora, mas preferi sair. O ministro (Bruno Araújo) é sério, comprometido, mas disse que não havia dinheiro (para investir em um projeto de segurança)”.

Neste mesma linha de trabalho, uma das decepções se deu com a impossibilidade de colocar em funcionamento um aplicativo em tempo real, no qual os usuários poderiam filmar, gravar e fazer denuncias, algo de primeiro mundo.

“A sala de controle do Metrô hoje é completamente obsoleta. Nem é usada. Com o aplicativo, a gente iria colocar câmara em todos os lugares e poderia até fazer reconhecimento facial, o usuário do sistema poderia identificar situações e ajudar na prevenção”, lamentou.

No caso dos ambulantes, o objetivo, também deixado pelo caminho, era fazer um projeto de requalificação com o Sebrae.

“Quando chegamos no Metrô, tinha ambulante até com tornozeleira. Era a coisa mais normal do mundo”

No balanço que fez, Meira comemorou o Carnaval deste ano. “Mesmo com as limitações, vejam o Galo da Madrugada deste ano. Não teve sangue no trem. Deixamos o evento sem uma confusão. A gente sentava e apertava… acabamos com os assaltos, pois entrava gente de todo jeito”, observou.

“Era um sacrifício sem tamanho, cinco horas da manhã já tem bronca, é bronca direto, domingo, feriado, dia santo…”, afirmou, ao comentar o sacrifício pessoal e familiar.

Fonte :Blog de Jamildo

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Organização presa por entregar comida podre a crianças Postado por Magno Martins às 17:04

Publicado em 21/07/2017 às 19h00

A associação criminosa desarticulada pela ‘Operação Comunheiro II’, deflagrada nesta sexta-feira (21), fornecia alimentos podres e fora do prazo de validade para crianças de escolas públicas em Pernambuco. A afirmação foi feita pelo chefe da Polícia Civil, delegado Joselito do Amaral, que fez um balanço parcial da ação. O valor dos danos aos cofres públicos é de pelo menos R$ 40 milhões.
 

“Primeiro, os envolvidos nos crimes de fraude em licitação e lavagem de dinheiro ofereciam amostras de boa qualidade para as prefeituras. Depois, entregavam produtos fora do prazo e com data adulterada. Era carne podre”, declarou.

Segundo Amaral, foram presos empresários responsáveis por nove empresas envolvidas em fraudes em licitações em pelo menos seis prefeituras: Recife, São Lourenço da Mata e Itamaracá, na Região Metropolitana, além de Paudalho, Buenos Aires e Carpina, na Zona da Mata Norte.

Além dos responsáveis pelas empresas, também foram alvo da operação e estão detidos servidores e ex-servidores da Câmara de Vereadores de Carpina e da Prefeitura de Buenos Aires, que participavam efetivamente do esquema de fraudes. O chefe da Polícia Civil de Pernambuco revelou que a associação criminosa combinava licitações para depois repartir o dinheiro arrecadado.

“Eles combinavam as licitações para uma das integrantes do grupo vencer. Eles ficavam com 15% do total do dinheiro entregue pelo poder público. Uma das empresas, sozinha, faturou R$ 38 milhões”, afirmou.

Além das fraudes, o grupo, segundo a polícia, praticava lavagem de dinheiro. O esquema tem envolvimento com compra de veículos de luxo. “Apreendemos sete carros. Eles atuavam do litoral ao Sertão. É muito dinheiro desviado”, observou Joselito do Amaral.

Mandados

A 'Operação Comunheiro II' cumpriu sete mandados de prisão e também 26 mandados de busca e apreensão, além de 12 de condução coercitiva, quando as pessoas são levadas para prestar depoimento. Todos foram expedidos pela Justiça em Carpina, na Zona da Mata Norte.

A 'Comunheiro II' é a 26ª operação de repressão qualificada deste ano. A Justiça também determinou o bloqueio de contas bancárias e a decretação judicial da proibição das empresas citadas contratarem com o poder público.

As investigações foram realizadas pela Delegacia de Crimes Contra a Administração e Serviços, sob a presidência do delegado Izaias Novaes. Participam da ‘Operação Comunheiro II’ 170 policiais civis, entre delegados, agentes e escrivães, além de auditores do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE).

Os presos e os materiais apreendidos foram levados para a sede do Departamento de Repressão aos Crimes Contra o Patrimônio (Depatri), em Afogados, na Zona Oeste do Recife.

Primeira etapa

No dia 17 de março deste ano, a polícia deflagrou a primeira etapa da 'Operação Comunheiro'. A corporação investigou um esquema de lavagem de dinheiro e fraude de licitação em Pernambuco. Três pessoas foram presas. O grupo utilizaria “laranjas” para fraudar e ganhar licitações em diversos municípios, com desvios que podem superar R$ 13 milhões.

Segundo a polícia, o foco inicial das investigações são três empresas. Elas utilizariam de mecanismos para fraudar e ganhar licitações nas áreas de gênero alimentício, material de expediente e serviços.

Fonte:Do G1

 Blog do Magno Martins.

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Contra aumento de imposto,Fiesp volta a expor pato amarelo

Publicado em 21/07/2017 às 18h15

Agência Brasil/ArquivoAgência Brasil/Arquivo

A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) voltou a expor o pato amarelo inflável, um dos principais símbolos das manifestações pelo impeachment de Dilma Rousseff (PT), em sua sede em São Paulo, na Avenida Paulista. A iniciativa é uma reação à decisão do governo federal, anunciada nessa quinta-feira (20) e já em vigor nesta sexta-feira (21), de elevar as alíquotas do PIS e da Cofins sobre combustíveis.

Na quinta, o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, se disse "indignado" com a medida, e avaliou que a elevação de tributos deve agravar a crise num momento em que a economia dá sinais de recuperação. A campanha da Fiesp tem como tema "Não vou pagar o pato", em alusão a tarifas que poderiam ser elevadas para cobrir o rombo no orçamento federal.

"Aumento de imposto recai sobre a sociedade, que já está sufocada, com 14 milhões de desempregados, falta de crédito e sem condições gerais de consumo", comentou Skaf em nota. O presidente da Fiesp ainda disse que a entidade patronal mantém suas bandeiras, "independentemente de governos". "Somos contra o aumento de impostos porque acreditamos que isso é prejudicial para o conjunto da sociedade. Não cansaremos de repetir: Chega de Pagar o Pato. Diga não ao aumento de impostos! Ontem, hoje e sempre". Paulo Skaf é do PMDB e aliado do presidente Michel Temer.

Nesta sexta-feira, a Fiesp organiza um seminário sobre infraestrutura no setor de Telecomunicações.

Fonte :Estadão. 

Leia Ja.

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