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Levantamento da CNM aponta motivos para queda na cobertura vacinal em mais de 300 Municípios

Publicado em 21/09/2018 às 09h00

EBC

Levantamento para analisar motivos da queda na cobertura vacinal no Brasil foi divulgado pela Confederação Nacional de Municípios (CNM) nesta quinta-feira, 20 de setembro. O panorama indica a ausência de salas exclusivas de vacinas como um dos principais fatores para a baixa cobertura vacinal e o não atendimento da meta de imunização de 312 Municípios no ano passado. Os dados ganharam destaque em matéria do jornal O Globo, divulgada com o título Falta de estrutura e desabastecimento atrapalham metas.

Duzentos e trinta e nove Municípios responderam aos questionamentos da CNM. Deles, 34,9% sinalizaram falta de salas exclusivas conforme determinam as normas sanitárias. Mais da metade, ou 54,3%, afirmaram ter dificuldades para preencher o Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunizações (SI-PNI), base central monitorada pelo Ministério da Saúde. “É a queixa mais destacada pelos gestores locais. Não por acaso, 45,6% responderam que consideram os dados oficiais pouco confiáveis”, aponta o estudo.

Além dos problemas apontados acima, também estão na lista das dificuldades enfrentadas pelos governos locais a disponibilidade de recursos humanos, de insumos e materiais e, principalmente, a falta de assistência próxima ao cidadão, dificultando o vínculo das famílias com os serviços de saúde. “É Fato que as respostas mais frequentes destacadas refletem as situações reais dos Municípios”, aponta o mapeamento.

Na maioria dos pesquisados, o espaço destinado para a atividade é considerado área semicrítica, em referência às regras apresentadas pelo Manual de Normas e Procedimentos para a Vacinação do Ministério da Saúde (MS). E o armazenamento das doses deve atender uma série de especificações de segurança. “A estrutura precária coloca em risco o sucesso das campanhas, do acesso seguro a vacinação ao longo do ano e a saúde de quem trabalha”, aponta o presidente da CNM, Glademir Aroldi.

Aroldi reforça que, segundo os dados coletados, não existe uma causa principal da baixa cobertura verificada no país. E os impedimentos vão deste a estrutura física até a distribuição das vacinas. “Não há falta de vacinas propriamente. Mas um conjunto de dificuldades para que elas cheguem a todas as salas de vacinação, que precisam ter estrutura adequada”, afirma Aroldi. Tanto que nos dois últimos anos, nenhum Município declarou ter conquistado 100% das vacinas do calendário, cerca de um terço dos mapeados pelo ministério.

Uma das piores coberturas de vacinação no período de um ano contra poliomielite alertaram as autoridades públicas para a problemática causada por diversos fatores, inclusive desabastecimento de imunizantes em geral. Nesse aspeto, o estudo menciona a estrutura e a organização do Programa Nacional de Imunização (PNI), que compreende materiais de campanha, distribuição de imunobiológicos, insumos, capacitação em sistemas, entre outros, processos relacionados ao Estado e ao Município.

O presidente da CNM sugere ainda que os motivos podem ter impedido também os poucos mais de 1 mil Municípios de alcançarem a meta de vacinação contra poliomielite e sarampo, deste ano, dentro do prazo da campanha.

Foto: EBC

FonteDa Agência CNM de Notícias, com informações do O Globo.

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Armando pondera crescimento em pesquisa de intenção de voto

Publicado em 21/09/2018 às 08h00
Armando Monteiro ao lado do prefeito petista Luciano Duque, de Serra Talhada
Armando Monteiro ao lado do prefeito petista Luciano Duque, de Serra TalhadaFoto: Leo Caldas/Divulgação

Depois do crescimento na última pesquisa Datafolha, apresentada nesta quinta-feira (20), o senador e candidato ao Governo de Pernambuco, Armando Monteiro (PTB), ponderou sua análise para comentar seu desempenho. “Sempre com muita humildade, muito serenidade os resultados de pesquisas. Porque a pesquisa é sempre uma foto e a eleição é um filme, ou seja, a eleição é algo que tá em movimento até o dia do eleitor”, disse Armando para uma rádio local. 

O instituto apontou crescimento de seis pontos para Armando Monteiro (PTB) em relação à avaliação anterior. O líder da coligaçãoPernambuco Vai Mudar subiu de 25% para 31% nas intenções de voto, enquanto Paulo Câmara (PSB) ficou estagnado em 35%. “Mas nós já sentíamos uma série de sinais, de indicações, além das pesquisas internas que estavam indicando o crescimento da nossa candidatura. Ao mesmo tempo, essas pesquisas indicavam que o nosso adversário tinha estancado”, afirmou. 

Ainda nesta quarta, prefeito de Jaboatão dos Guararapes, Anderson Ferreira (PR), e o prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque (PT), também demonstraram animação com os números apresentados.

Fonte: Blog da Folha de PE.

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Bolsonaro passou por drenagem após apresentar febre

Publicado em 20/09/2018 às 21h15

A equipe médica que atende o candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL) constatou febre e uma "pequena coleção de líquido ao lado do intestino" e submeteu o deputado a uma drenagem, segundo boletim do Hospital Albert Einstein emitido nesta quinta-feira.

Após apresentar febre de 37,7°C, foi realizada uma tomografia computadorizada de tórax e abdômen que evidenciou a presença do líquido. Bolsonaro então foi submetido a uma drenagem "guiada por imagem, sem intercorrências".

Bolsonaro "está com dreno no local e evolui sem dor" segundo o boletim. A nota informa ainda que a dieta líquida por via oral introduzida na quarta-feira está com boa aceitação, associada à alimentação endovenosa. O capitão recebeu alta da UTI após a segunda cirurgia no último domingo e está na unidade de tratamento semi-intensivo.

Afastado da campanha eleitoral desde 6 de setembro, quando foi esfaqueado em Juiz de Fora, Minas Gerais, Bolsonaro tem visitas limitadas por recomendação médica. Apenas pessoas autorizadas pela família podem vê-lo pessoalmente. O candidato não tem previsão de alta.

Fonte : o Globo.

Blog do Magno Martins.

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Moody's: novo presidente do Brasil terá desafios nas relações com o Congresso

Publicado em 20/09/2018 às 20h00
Foto: Reprodução / Twitter
Independentemente de quem vença as eleições presidenciais no Brasil, dada a perspectiva política polarizada, o novo presidente enfrentará desafios para estabelecer uma relação de trabalho com o Congresso que o capacite a governar efetivamente, apontou a agência de classificação de risco Moody's.
 
"Nosso cenário base não incorpora a aprovação de uma ampla reforma previdenciária e esperamos que o teto dos gastos seja alterado durante a próxima administração. No entanto, esperamos que uma relação de trabalho com o Congresso leve à aprovação de uma reforma da Previdência, consolidação fiscal e aumento da confiança do investidor", apontou Gersan Zurita, vice-presidente sênior da Moody's.
 
A agência pondera ainda que, no caso de o novo governo não conseguir retomar as reformas, haverá uma dinâmica fiscal adversa, e a volatilidade do mercado financeiro e a diminuição da confiança dos investidores influenciarão a recuperação econômica do Brasil. "Um ciclo de feedback negativo entre as forças fiscais e macroeconômicas levaria a um acúmulo de dívidas mais rápido do que em nossa linha de base", segundo o relatório da Moody's.
 
Em um cenário de continuidade de políticas, a Moody's espera uma recuperação gradual do crescimento do crédito, ativos e lucratividade estáveis. Mas, em um cenário de ruptura política, "os custos do crédito aumentariam, mas a capitalização do banco permaneceria estável, enquanto a indústria de seguros continuaria a desafiar a turbulência política e a estagnação econômica. O crescimento aumentará se a economia continuar se recuperando e o risco político diminuir", acrescentou a agência.
 
Fonte: AE.
Diario de PE.
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Alckmin diz que eleição se decide na última semana

Publicado em 20/09/2018 às 19h00

O candidato do PSDB à Presidência da República, Geraldo Alckmin, afirmou que a eleição se decide na última semana e que está “firmíssimo” na disputa pelo Palácio do Planalto. O tucano fez as declarações em entrevista à revista Veja nesta quarta-feira (19).

Segundo Alckmin, as pessoas se “impressionam muito” com os resultados das pesquisas eleitorais. "A eleição é por ondas. Quantos porcento tinha o Haddad há 15 dias? É tudo por ondas. O que vale é a última onda”, declarou o candidato.

Para o peessedebista, a polarização entre Bolsonaro e Haddad não é boa para o país. "Eu sou contra os dois. Não é o caminho. Quem vai perder é o Brasil. É meu dever como candidato pregar isso e acredito que vamos virar isso", acrescentou.

O tucano disse ainda que uma parcela das intenções de voto em Bolsonaro é de eleitores que o consideram o mais apto para derrotar o PT. Na opinião de Alckmin, no segundo turno, ganha quem tiver a menor rejeição. Bolsonaro tem a maior rejeição entre todos os candidatos.

"Tem muitas pessoas bem intencionadas com intenção de voto no Bolsonaro, porque entendem que ele é quem vai poder derrotar o PT. Eu também quero derrotar o PT. As pessoas acham que o Bolsonaro é o caminho pra derrotar. É o contrário. É o passaporte para a volta do PT. Eleição é em dois turnos. No segundo turno ganha quem tiver a menor rejeição. O Bolsonaro perde para todos", completou

Alckmin tem 7% das intenções de voto, de acordo com a pesquisa Ibope divulgada na noite de ontem (18). À frente dele, estão Jair Bolsonaro (PSL), com 28%, Fernando Haddad (PT), com 19%, e Ciro Gomes (PDT), com 11%.

Fonte :Leia Ja.

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