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PSTU confirma candidatura de Vera Lúcia e não fará coligação

Publicado em 21/07/2018 às 15h00

De acordo com Vera Lúcia, a primeira proposta da chapa será a de fazer frente à crise econômica / Foto: Romerito Pontes/Agência BrasilDe acordo com Vera Lúcia, a primeira proposta da chapa será a de fazer frente à crise econômica

Foto: Romerito Pontes/Agência Brasil
ABr
 

Em convenção nacional, o PSTU oficializou na noite desta sexta-feira (20) a candidatura de Vera Lúcia à Presidência da República e de Hertz Dias como vice na chapa. A escolha foi feita por aclamação pelos filiados ao partido presentes na quadra do Sindicato dos Metroviários de São Paulo, na zona leste da capital paulista.

A escolha de Vera Lúcia para as eleições presidenciais em outubro ocorre depois de quatro campanhas nacionais com o candidato José Maria de Almeida, conhecido como Zé Maria, hoje presidente da legenda. 

O PSTU decidiu que não fará nenhuma coligação para a disputa presidencial, nem alianças nas eleições estaduais. De acordo com a candidata aclamada, a primeira proposta da chapa será a de fazer frente à crise econômica.

“Para isso, nós precisamos não pagar a dívida pública, não enviar remessa de lucro das multinacionais, estatizar as empresas que foram privatizadas para que elas voltem a ser 100% brasileiras e controlada pelos trabalhadores, expropriar as 100 maiores empresas desse país, e a nacionalização dos bancos”, destacou a candidata.

De acordo com Vera Lúcia, o plano de governo também prevê reforma agrária, redução da jornada de trabalho sem redução de salário e um plano de obras públicas para atender as necessidades da classe trabalhadora. “Tudo isso só é possível fazer se a gente tiver as condições materiais, que conseguiremos através dessas medidas econômicas, e do ponto de vista político, através da organização e da luta da nossa classe”. 

Zé Maria

De acordo com o presidente da legenda, José Maria de Almeida, a chapa de Vera e Hertz propõe um projeto socialista para o país, com maior atenção às demandas da classe trabalhadora, como emprego decente, salários dignos, saúde, educação, moradia, saneamento, acesso à cultura e ao lazer.

“Diferentemente dos outros partidos, não fazemos demagogia no processo eleitoral, dizendo vote em mim que nós vamos resolver tudo isso. Para que a população tenha atendida essas demandas é preciso mudar a estrutura econômica do país, acabar com o privilégio dos banqueiros, dos grandes empresários, das grandes empresas que controlam a propriedade da terra no país”, destacou.

De acordo ele, a mudança não é possível por meio das eleições, mas de uma revolução. “Evidentemente que uma mudança dessa envergadura não vai se fazer através das eleições, que é um jogo de cartas marcadas. O processo eleitoral brasileiro é controlado pelo poder econômico. Vamos dizer claramente: nosso programa só vai ser realizado se o povo for para as ruas, se a gente fizer uma rebelião, uma revolução nesse país”.

Fonte: JC.

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Meirelles ironiza Renan Calheiros. ‘Contraste de biografias entre ele e eu me favorece”

Publicado em 21/07/2018 às 14h00
Da agência Rádio Mais, do Distrito Federal

O pré-candidato à presidência da República pelo MDB, Henrique Meirelles, respondeu, mais uma vez, as críticas que vem recebendo do colega de partido, senador Renan Calheiros, de Alagoas.

Nesta semana, durante evento em Brasília para discutir problemas de mobilidade urbana, Meirelles disse que existe um ‘contraste de biografias’ que separam as histórias do presidenciável e do senador alagoano.

“O que eu tenho ouvido é que essa manifestação do senador me favorece porque mostra o contraste de biografias. Eu tenho uma biografia de serviços prestados. Eu fui presidente do Banco Central durante oito anos, naquela época milhões de brasileiros saíram da pobreza e entraram para a classe média. No ministério da Fazenda, eu tirei o Brasil da maior recessão da história. Então é muito positivo que se estabeleçam alguns contrastes e que as pessoas possam olhar e comparar”, apontou, com fina ironia.

O ex-ministro da Fazenda garante que não há divisão dentro do MDB sobre quem apoiar para a corrida presidencial.

Segundo ele, sua pré-candidatura já tem o apoio da “ampla maioria” do partido.

No entanto, em entrevista ao site Metrópoles, o presidenciável ressaltou que divergências são fundamentais para o debate democrático.

“O MDB tem uma característica, é um partido com comandos estaduais, o que acho positivo. Porque é um partido que não é de só um dono. É um partido que tem base no Brasil todo e comandos regionais. Eu tenho apoio da grande maioria, eu tenho uma ou outra divergência e é bom porque traça a diferença”, disse.

Sobre possíveis alianças, Henrique Meirelles não revelou com quais partidos está conversando, mas disse que está em contato “com número importante de legendas”, entre elas as do chamado ‘centro democrático’.

Fonte:Blog do Jamildo.

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A neutralidade do PSB atrapalha Paulo Câmara

Publicado em 21/07/2018 às 13h00
Coluna do sábado: A neutralidade do PSB atrapalha Paulo Câmara

Como vice-presidente nacional do PSB, governador Paulo Câmara, tem um difícil missão a cumprir nos próximos dias que antecedem a convenção do seu partido. Tentar de toda forma levar o PSB apoiar formalmente a pré-candidatura do  ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Caso a maioria do seu partido opte pela neutralidade, como já defendeu Tadeu Alencar, Márcio França e outros, a situação do governador complica. Ainda tem ala do Sudeste e Sul, além de parte do Centro-oeste que deferente o apoio a candidatura de Ciro Gomes, a exemplo do governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg (PSB), e o ex-prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda (PSB).

Por fim, fica claro que Paulo tem alguns caminhos a fazer até fechar sua chapa na próxima semana, como ele mesmo disse em entrevista. Primeiro precisa pacificar seu partido internamente, desde da morte de Eduardo em 2014 não tem mais uma centralidade nacional. Depois, conter os pedetistas no Estado, caso não tenha o apoio a Ciro. Além disso, consegui pelo menos manter a tese de apoiar Lula de forma que não atrapalhe eleitoralmente. Ufa! Tem mais, consegui mostrar o que fez durante seu Governo em busca da reeleição.

Dobradinha – Como antecipamos na coluna da última terça, Milton Coelho e Diogo Prado firmaram uma dobradinha na cidade de Carpina. A aliança foi anunciada em coletiva na noite de ontem na presença do ex-prefeito da cidade, Joaquim Lapa que também aderiu ao projeto. O ato foi bastante prestigiado por lideranças locais. Nos discursos, Miguel Arraes foi lembrado inúmeras vezes. O vereador Tota Barreto deu o tom de emoção no discurso. Diogo e Milton já dobram em outras cidades da região.

Gesto de grandeza – O deputado André Ferreira deu um exemplo de como se faz política grande e sem arestas, ontem, em Carpina. Ele foi jantar depois de uma agenda na região no mesmo restaurante onde estava acontecendo o evento de Milton Coelho com Diogo Prado. Não teve demora, foi até lá falou e deixou claro ele e Milton vão trabalhar muito pela região. Foi bastante aplaudido!

Rápidas

Marcando território – O deputado Vinícius Labanca (PP), está muito presente em Carpina, onde tem o apoio do prefeito Manuel Botafogo. Ontem, ele acompanhou o governador Paulo Câmara na agenda e mostra que esta muito sintonizado com o gruo de Botafogo.

PT adiou – A Executiva Nacional do PT adiou, em reunião em São Paulo, as convenções estaduais para o dia 2 de agosto, como objetivo de dá a última cartada na aliança com o PSB. A ideia veio de Curitiba, Lula não abre mão de uma aliança de esquerda no País.

Pinga-fogo: Armando Monteiro tem alguma chance de deslanchar na eleição?

Fonte Blog do Elielson Lima.

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A fotografia do Agreste pernambucano nas eleições de 2018

Publicado em 21/07/2018 às 12h00

Na região onde Lula nasceu, eleitores ainda estão desanimados com a disputa eleitoral, um desafio a mais para os candidatos. Dos 71 prefeitos, 55 podem apoiar Paulo Câmara, mas aliados de Armando acreditam que números vão mudar em agosto

Três pontos se destacam na fotografia eleitoral do Agreste pernambucano neste momento, faltando menos de um mês para o início da campanha. Na região onde o ex-presidente Luiz Inácio Lula nasceu, os candidatos ao governo do estado pisam em areia movediça (os apoios que eles recebem dos prefeitos podem mudar a qualquer momento), os eleitores ainda estão desanimados com a política e será mais difícil levá-los às urnas. A avaliação foi feita por grande parte das lideranças ouvidas pela reportagem na segunda maior região eleitoral de Pernambuco. O diferencial pode ser o próprio Lula, caso ele seja realmente candidato. O Agreste tem 71 municípios, 1.692.811 eleitores, o que corresponde a 25,30% dos votantes do estado.    
 
Treze prefeitos da região (18,30% do total) ajudaram o Diario de Pernambuco a construir o retrato da localidade nesse primeiro momento. Todos são lideranças ligadas ao PSB, ao PT e ao PTB, que pretendem lançar postulantes ao Palácio das Princesas: o governador Paulo Câmara, a vereadora Marília Arraes (PT) e o senador Armando Monteiro Neto (PTB). Os gestores municipais que falaram sobre o cenário eleitoral do Agreste foram os de Garanhuns e Caetés, Águas Belas, Cachoeirinha, Cupira, Jataúba, Jupi, Lagoa dos Gatos, Pesqueira, Saloá, Tacaimbó, Toritama e Limoeiro.
 
Pelas observações que fizeram, 55 prefeitos podem apoiar Paulo Câmara, 13 estão com Armando Monteiro, um com Marília Arraes, e dois aguardam uma definição mais clara do cenário político. Dos dez municípios mais populosos da região, os prefeitos dos cinco primeiros citados a seguir estão com Armando: Caruaru, Garanhuns, Santa Cruz do Capibaribe, Gravatá e Belo Jardim. Os outros cinco estão com o PSB: Pesqueira, Surubim, Bezerros, São Bento do Una, Buíque. (Veja no quadro acima, município por município, ou nos quadros abaixo) 
 
Um observador, inclusive, fez a ponderação que a situação ainda é frágil, porque, em agosto, haverá muitas mudanças favoráveis à oposição, com dissidências e mudanças de lado. Marília Arraes ainda não foi confirmada como candidata pelo PT, ela é vista como %u201Cmuito forte no Agreste%u201D por lideranças ligadas a Paulo Câmara e a Armando.  
 
Por outro lado, mais da metade dos prefeitos avaliou que, na região onde Lula nasceu, o eleitor está decepcionado com a política diante de tantas denúncias que misturam o joio e o trigo. Eles acreditam que o índice de abstenção será alto na eleição, porque sentem que a população está mais crítica, insatisfeita e intolerante. É um cenário, por incrível que pareça, mais áspero do que se percebe no Sertão estadual, onde a autoestima está mais alta e a política vem sendo discutida 24 horas. %u201CInfelizmente as lideranças do Sertão são mais presentes e mais fortes%u201D, desabafou um prefeito, pedindo reserva no nome. 
 
Segundo a prefeita de Pesqueira, Maria José (PRP), devido à crise política e econômica do país, %u201Ca %u201Cpopulação está revoltada%u201D. %u201CMuita gente está descrente, porque vê tanta coisa acontecendo. Temos políticos sérios, prefeitos sérios, mas a situação ficou difícil. Mas eu vou trabalhar na eleição e cumprir o meu papel, mostrar o benefício da política, porque se ficarmos pacatos e parados, como vamos ajudar a administrar nosso país? Todos os prefeitos têm que cumprir o seu papel%u201D, declarou.  
 
O prefeito de Garanhuns, Izaías Régis, acredita que, em 2014, houve uma comoção muito grande com a morte do ex-governador Eduardo Campos (PSB) que encobriu os debates políticos no estado. %u201CEsse ano, isso não acontecerá. Vamos mostrar que eles prometeram e não cumpriram os projetos. As oposições têm tudo para ganhar as eleições no Agreste. Ele (Paulo Câmara) fala o tempo todo em crise. A crise mostra se homem público tem ou não competência, se sabe ou não administrar. Teve uma época, não me lembro bem a data, instalavam poste na zona rural dizendo que ia ter iluminação. Depois da eleição, vieram e levaram os postes. O governo de Paulo Câmara fez isso%u201D, declarou Izaías.
Agreste Central Fonte: Diario de Pernambuco  
Agreste Central Fonte: Diario de Pernambuco

 

Agreste meridional Fonte: Diario de Pernambuco  
Agreste meridional Fonte: Diario de Pernambuco

 

Agreste setentrional Fonte: Diario de Pernambuco  
Agreste setentrional Fonte: Diario de Pernambuco
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Geraldo Julio precisa da vitória de Paulo Câmara

Publicado em 21/07/2018 às 11h00

 

Se em 2016 o governador Paulo Câmara fez gestos no sentido de fortalecer a reeleição de Geraldo Julio no Recife, nas eleições deste ano, o governador Paulo Câmara precisará do empenho e do entusiasmo do prefeito Geraldo Julio na sua campanha. Mas ajudando Paulo, Geraldo estará ajudando o PSB e principalmente melhorando os seus dois últimos anos de gestão e a sua própria sucessão.

Na hipótese de Paulo Câmara ser reeleito, Geraldo Julio ficará com sua gestão livre para trabalhar a ponto de garantir a chance de fazer o sucessor em 2020, já no caso de uma derrota do atual governador, a gestão de Geraldo ficará estrangulada e ainda ficará muito difícil a construção da sua sucessão, pois quem sentar na cadeira de governador trabalhará diariamente visando eleger um aliado na prefeitura do Recife.

Sem o governo, muitos que estão abrigados na estrutura estadual terão que receber guarida na prefeitura do Recife, e como não há espaço pra todo mundo, Geraldo inexoravelmente ganhará um sério problema para administrar, uma vez que a pressão recairá sobre suas costas para garantir a existência do PSB no estado após uma eventual perda do Palácio do Campo das Princesas.

Gozando de boa avaliação na capital, Geraldo Julio será um importante eleitor na disputa pelo governo, caberá a ele a incumbência de ajudar a fortalecer Paulo Câmara na capital onde está concentrado o maior eleitorado do estado. Geraldo, inclusive, conta com uma tropa fiel de vereadores e suplentes de vereador para fazer com que Paulo saia vitorioso no Recife e que esta vitória irradie para os demais municípios da RMR e naturalmente para todo o interior do estado.

Se entrar de corpo e alma na eleição de Paulo Câmara, tal como fez em 2014, Geraldo Julio será um dos maiores responsáveis no caso de uma vitória e dividirá o bônus dela com o governador, tornando-se um forte candidato a fazer o sucessor no Recife e será o primeiro da fila para suceder Paulo Câmara em 2022.

Afastamento – O presidente em exercício da Assembleia Legislativa de Pernambuco, deputado Pastor Cleiton Collins, afirmou que o afastamento de Margot Dourado da superintendência de Comunicação se deu temporariamente pelo fato de ela estar em licença maternidade por conta de precisar de um profissional para gerir a comunicação da Alepe. Assim que ela puder voltar ao trabalho terá sua função totalmente restabelecida, sem qualquer tipo de prejuízo para a mesma, conforme parecer da Procuradoria da Casa.

Pacificado – O nome do deputado estadual Eriberto Medeiros para a presidência da Assembleia Legislativa de Pernambuco, ao que parece ficou pacificado nos bastidores da Casa. Com a sua escolha, o PP tem grandes chances de permanecer no comando da Alepe, ainda que exista um bate-chapa, uma vez que ele possui excelente trânsito entre os pares.

Isolados – Apesar de estarem bem posicionados nas pesquisas de intenção de voto, Jair Bolsonaro, Ciro Gomes e Marina Silva deverão ficar isolados na disputa, com tempo de televisão irrisório. Se não compensarem a falta de exposição na TV com ações na internet, Bolsonaro, Ciro e Marina podem acabar minguando no decorrer da campanha.

Voltando – O enterro pode voltar da porta do cemitério, e a aliança entre PT e PSB ser reconsiderada nacionalmente, trazendo reflexos em Pernambuco. Isso porque, com a perda de partidos de Ciro, o PSB já começa a avaliar que é melhor fechar uma aliança com o PT, pois o candidato petista além de ter tempo de televisão terá Lula como cabo eleitoral com grande potencial de transferência de votos. Se confirmada a aliança nacional, Marília poderá perder a chance de ser candidata.

RÁPIDAS

Dedicação – O prefeito de Camaragibe, Demóstenes Meira, vem demonstrando a cada dia o seu empenho na campanha do senador Armando Monteiro rumo ao Palácio do Campo das Princesas. Ele recentemente reuniu aliados e amigos para apresentar Armando como seu candidato a governador e promete dar uma expressiva votação ao petebista em Camaragibe.

Diálogo – Por falar em Armando Monteiro, circula em Brasília uma negociação muito forte no sentido de entregar a Sebastião Oliveira a vaga de vice-governador. Apesar de integrar a Frente Popular e representar um conglomerado formado por PR, PP e Solidariedade, ao que parece o Palácio do Campo das Princesas não está considerando as credenciais de Sebastião para a vaga, facilitando a vida de Armando que estaria de braços abertos para receber o republicano.

Inocente quer saber – Geraldo Alckmin conseguirá chegar ao segundo turno após receber o apoio do Centrão?

Fonte : Blog Edmar Lyra.

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