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Cenário cheio de incertezas

Publicado em 21/07/2017 às 12h00

Faltando um ano e três meses para as eleições, em Pernambuco só existe uma certeza: a candidatura do governador Paulo Câmara (PSB) à reeleição. No campo da oposição, o cenário depende ainda de negociações para definições de candidaturas. Pré-candidato em potencial a governador, o senador Armando Monteiro (PTB) começou a entrar no jogo, mas seu projeto está vinculado ainda ao formato da sua aliança.

Ele deseja criar um novo arco de forças aglutinando lideranças e partidos que estão se desgarrando da base de sustentação de Câmara, como o PSDB, o DEM e o grupo dissidente do PSB, liderado pelo senador Fernando Bezerra Coelho, com quem teve uma conversa, anteontem, em Petrolina. Fácil? Longe de se traduzir nisso, até porque os interlocutores não falam um português claro.

Fernando Bezerra, por exemplo, joga com uma candidatura própria, a do filho, o ministro Fernando Coelho, mas não será surpresa se aceitar a vaga de vice, para o próprio filho, na chapa de Paulo Câmara. Sua própria candidatura a governador está praticamente descartada por causa das denúncias envolvendo seu nome na operação Lava Jato.

Já o PSDB tem como interlocutor o ministro de Cidades, Bruno Araújo, que também não sabe para que lado o rio corra, ou seja, não é oposição de fato ao projeto de reeleição de Câmara nem tem a certeza de que Armando consiga agregar forças de centro-direita para montar uma chapa competitiva. Bruno quer ser senador, mas devido à falta de clareamento do quadro nacional, não enxerga se o caminho mais próximo seria abraçar-se ao PSB ou a Armando.

O DEM, por fim, sonha em ter Mendonça Filho disputando o Governo do Estado, mas o partido está isolado, só elegeu um prefeito e Priscila Krause, a estrela da legenda para fisgar o voto urbano concentrado no Recife e Região Metropolitana, não teve desempenho satisfatório na disputa pela Prefeitura da capital, em 2016. Armando gostaria de atrair Mendonça para à disputa ao Senado, mas a cabeça do ministro da Educação se move em direção ao Palácio das Princesas. Não dando certo, a reeleição de deputado federal, para ele, seria mais confortável.

Desgarrado do PT, com quem se aliou em 2014 e 2016, Armando dá margem para o partido construir voo solo numa majoritária. Este é o cenário mais provável para os petistas, que já têm uma candidata na cabeça: a vereadora Marília Arraes, líder da oposição na Câmara do Recife. Ex-PSB, brigada com a família Arraes e com o prefeito do Recife, Geraldo Júlio, Marília só tem a lucrar entrando na disputa e por cima ainda contribui para o partido recuperar espaço na Câmara dos Deputados, com as candidaturas de João Paulo e Humberto Costa, os mais competitivos.

Além desses fatores locais, os nacionais se sobrepõem. A crise está no seu ápice, não se sabe se o presidente Michel Temer terá gorduras suficientes para queimar por mais tempo. As alianças dependerão, igualmente, de um projeto de reforma política, que tende a não andar por falta de tempo. O que se diz em Brasília é que se houver alguma mudança nas regrais atuais seriam o fim das coligações, a exigência da cláusula de barreira e a criação do fundo de financiamento eleitoral. Outra expectativa diz respeito ao distritão, que fragiliza os partidos e a acaba as coligações, estabelecendo como regra a eleição dos proporcionais mais votados.

Fonte: Blog do Magno Martins.

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Lobista do PMDB confessa propina a Renan, Jader e Aníbal

Publicado em 21/07/2017 às 11h00

Em depoimento ontem ao juiz federal Sérgio Moro, da Operação Lava Jato, o lobista Jorge Luz afirmou que os senadores Renan Calheiros (PMDB-AL), Jader Barbalho (PMDB-PA), o deputado federal Aníbal Gomes (PMDB-CE) e o ex-ministro Silas Rondeau (governo Luiz Inácio Lula da Silva) receberam propina de R$ 11,5 milhões. As vantagens indevidas foram pagas, conforme o lobista, aos peemedebistas em troca de apoio para fortalecer os ex-diretores da área internacional Nestor Cerveró e de Abastecimento Paulo Roberto Costa.

Luz foi preso em fevereiro deste ano na Operação Blackout, 38ª fase da Lava Jato. Segundo ele, os repasses foram feitos por meio de uma conta na Suíça - a Headliner no Credit Suisse, na cidade de Lugano. "O senhor sabe de quem é essa conta?", perguntou Moro. "Essa conta era do PMDB, pra mim do Aníbal, Renan, Jader", respondeu.

O lobista contou ao juiz que foi informado por Fernando Soares, o Fernando Baiano, também apontado como operador do PMDB, que os dois ex-diretores estariam "balançando" em seus cargos por volta de 2005. Em troca de apoio político, Luz disse que os três parlamentares pediram propina. Rondeau, também do PMDB, comandava na época ministério ao qual a Petrobras é subordinada.

Luz é réu na Lava Jato sob a acusação de intermediar pagamentos de propina de R$ 2,5 milhões de executivos da empreiteira Schahin para funcionários da Petrobras em contratos da estatal. Ele e seu filho, Bruno Luz, também são investigados neste processo por intermediar valores indevidos a peemedebistas.

A Moro, o lobista afirmou que conhecia Jader e Renan "desde os anos 1980" e que voltou a contatá-los após ter recebido um pedido de ajuda de Fernando Baiano. De acordo com o lobista, ele chegou a entrar primeiro em contato com Aníbal Gomes, "muito ligado ao Renan". O deputado teria tido uma primeira conversa com Jader, Renan e Rondeau. Com a resposta positiva dos peemedebistas a ajudar Cerveró e Costa, teriam "começado as negociações".

"Repare só o seguinte, juiz Moro, o que aconteceu: Quando foi ser tratado o apoio, para os políticos não importava de onde vinha (o dinheiro). Para eles, tanto faz. 'X' e pronto, R$ 11,5 milhões", afirmou Luz. "Havia um pedido alto para que houvesse esse apoio, o apoio se traduziria em ajuda financeira, e em uma oportunidade de que esses políticos pudessem participar de operações que viessem a surgir no decorrer do tempo."

Luz afirmou a Moro que ainda houve uma reunião para que os diretores da Petrobras tivessem certeza de quem seriam os beneficiários da propina. "Estávamos eu, o Cerveró o Paulo Roberto Costa, Aníbal, Jader. Eu não tenho certeza se o Renan estava", disse.

Houve também uma reunião de agradecimento de políticos e ex-diretores, na qual Jader teria dito, segundo o lobista: "Vocês cumpriram o papel de vocês, agora o problema é nosso". Ele foi questionado na audiência: "Dos agentes políticos que você foi o responsável pela intermediação sabe quem foram os contemplados?" Luz afirmou que sim. "Sei porque participei, inclusive, da reunião de agradecimento". Em seguida, o lobista citou os nomes. "Jader Fontenelle Barbalho, Renan Calheiros, Aníbal Gomes e Silas Rondeau são os agentes políticos."

Os pagamentos foram efetuados em 2007 e, segundo Luz, houve atrasos nos repasses.

'Não existe santo'

O lobista afirmou que nos esquemas de corrupção na Petrobras "não existe nenhum santo" e rechaçou as afirmações de réus confessos e delatores que disseram à Justiça que os desvios na estatal são "a regra do jogo". Questionado a respeito dos motivos que levaram as empresas a pagar propinas, ele disse que não daria a mesma resposta de outros acusados. "Eu tenho visto que o senhor fica muito zangado quando as pessoas vêm aqui e dizem: 'é a regra do jogo'. Não tem santo nessa história. Se há um cobrador, alguém está disposto a pagar", afirmou.

Os procuradores perguntaram se houve pagamento de propina na negociação dos navios-sonda Vitoria 10000 e Petrobras 10000. "Teve, teve", disse. Ele, contudo, afirmou que o repasse não foi por seu intermédio.

Defesas

Os parlamentas citados no depoimento do lobista Jorge Luz negaram que receberam propinas ou qualquer tipo de vantagem indevida. Procurado pelo Estado, Renan Calheiros (PMDB-AL), por meio de sua assessoria, afirmou que a citação ao seu nome é "infundada".

"O senador Renan afirma que conheceu Jorge Luz há mais de 20 anos e desde então nunca mais o encontrou. Diz ainda que não conhece nenhum dos seus filhos. Há 20 dias, o senador prestou depoimento ao juiz Sérgio Moro como testemunha de Luz e reafirmou que a citação a seu nome é totalmente infundada".

Também por meio de sua assessoria, Jader Barbalho (PMDB-PA) afirmou "que nunca teve conta na Suíça e que cabe a Jorge Luz provar ao juiz os depósitos, o número da conta e as datas". O senador peemedebista admitiu que "conhece Jorge Luz, mas jamais teve algum tipo de negócio" com ele. "Isso é declaração de criminoso que deve ser investigada pela Justiça."

A reportagem entrou em contato com o gabinete do deputado federal Aníbal Gomes (PMDB-CE), mas não obteve resposta. O ex-ministro de Minas e Energia Silas Rondeau não foi localizado. Procurado, o PMDB não havia se manifestado até a conclusão desta edição.

Fonte :As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Estadão. 

Leia Ja.

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Bancada de Pernambuco pressiona Temer para não construir fábrica no PR

Publicado em 21/07/2017 às 10h00

Fábrica da Hemobras em Pernambuco fica na cidade de Goiana / Foto; reproduçãoFábrica da Hemobras em Pernambuco fica na cidade de Goiana

Foto; reprodução
Estadão Conteúdo
 

A bancada de Pernambuco está pressionando o presidente Michel Temer para que o governo desista de construir uma fábrica de hemoderivados em Maringá, no Paraná, reduto eleitoral do ministro da Saúde, Ricardo Barros. Para os pernambucanos, a nova instalação vai "esvaziar" a unidade da Empresa Brasileira de Hemoderivados e Biotecnologia (Hemobrás) construída em Goiana, a 62 km do Recife.

Deputados e senadores do Estado já estiveram com Barros para discutir o assunto, mas vão levar o caso até o presidente. Integrantes da bancada pernambucana têm se reunido com Temer para tratar do tema, e pretendem fazer uma reunião mais ampla na próxima semana, quando o peemedebista deve desembarcar em Pernambuco para uma agenda oficial.

Para o líder da bancada estadual, deputado João Fernando Coutinho (PSB-PE), Barros tem adotado um discurso "pouco transparente e pouco explicativo" sobre porque decidiu construir outra fábrica no Paraná. "Vamos procurar o presidente da República para conversar sobre o assunto. Somos 25 deputados e três senadores, de diferentes partidos, mas estamos todos unidos para impedir essa decisão inoportuna e oportunista", afirmou.

Segundo o deputado, já foi investido quase R$ 1 bilhão na fábrica em Pernambuco e a mudança de estratégia para a produção de hemoderivados no País "seria um atraso para o País e uma má utilização dos recursos já aplicados".

Como mostrou o jornal O Estado de S. Paulo em junho, o ministro da Saúde deu início pessoalmente a uma negociação para a construção de uma fábrica de hemoderivados em Maringá (PR), seu reduto eleitoral. Pela proposta de Barros, um consórcio seria formado entre os laboratórios públicos estaduais Butantã (SP), Tecpar (PR) e a Hemobrás de Pernambuco. A parceria também envolve a empresa suíça Octapharma, citada na Operação Máfia dos Vampiros, desencadeada em 2014 para investigar um grupo de laboratórios que combinavam tarifas para fraudar licitações de derivados de sangue.

Investimento

Pela proposta, a Octapharma faria um investimento de US$ 500 milhões para produção de hemoderivados no País. Os recursos seriam utilizados ara adaptar e finalizar as obras no Instituto Butantã e na Hemobrás na área de sangue, além de construir uma fábrica na Tecpar. Hoje, o instituto do Paraná não apresenta atividades ou estruturas na área de sangue. Os três laboratórios ficariam encarregados da produção de hemoderivados para o País. O Butantã, no entanto, já avisou que não vai aceitar a parceria

Por meio de sua assessoria, o ministro apontou que já fez uma reunião com os parlamentares do Estado e disse que marcou uma nova audiência para o dia 3 de agosto. "Não farei nenhum encaminhamento em relação a Hemobrás sem acordar com a bancada de Pernambuco. Aguardo acordo da bancada para consolidar os investimentos para a conclusão da fábrica da Hemobrás em Pernambuco", disse.

Fonte :JC.

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Lula recorre contra bloqueio de bens

Publicado em 21/07/2017 às 09h00
Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula
Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula

Estadão Conteúdo 

 Os advogados do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva entraram nesta quinta-feira (20) com mandado de segurança no Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF4) para impugnar a decisão do juiz Sérgio Moro que bloqueou bens do petista.

O argumento da defesa: “Uma vez que o próprio Moro reconheceu em decisão dada na semana passada que não houve dano financeiro da Petrobras na ação do ex-presidente, não haveria por que determinar o futuro cumprimento de reparação deste prejuízo.”

“Não há demonstração de conduta para dilapidar patrimônio”, disse o advogado Cristiano Zanin Martins, durante uma reunião com a imprensa na qual estavam presentes as principais lideranças do PT pouco antes do ato na Avenida Paulista em defesa do ex-presidente.

Zanin disse que a defesa “foi surpreendida” com a decisão do bloqueio porque ela se baseou em um pedido do Ministério Público Federal feito há nove meses e que tramitou em sigilo. “Nem os advogados de defesa tiveram acesso”, criticou. Segundo ele, o pedido do Ministério Público Federal “não apresentou qualquer elemento probatório que o justificasse”.

“O Ministério Público só fez afirmação. Cogitar é diferente de provar. Mais uma vez MPF fez pedido com base em cogitação”, disse ele. Zanin disse, ainda, que a Procuradoria “não pode agir em nome da Petrobras”.

Aliados de Lula também usaram argumentos políticos para defender o ex-presidente. A senadora Gleisi Hoffmann, presidente nacional do PT, chamou de “chicana” a decisão de bloqueio de bens. “É uma chicana, um absurdo que tem como objetivo dificultar a defesa e a subsistência de Lula”, disse. “Para nós soou como perseguição“

Fonte :Blog de Jamildo.

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Prefeitos sinalizam importância de engajar Municípios com os ODS

Publicado em 21/07/2017 às 08h00

A Confederação Nacional de Municípios (CNM) tem buscado, por meio de diversas ações, aproximar os gestores municipais brasileiros dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Uma delas foi o Seminário Agenda 2030, que contou com a presença de representantes de 34 Municípios, pertencentes a 16 estados. Assim como a entidade, eles valorizam a necessidade de levar adiante os ODS para melhorar a qualidade de vida da população.

Na fala de abertura do Seminário, o prefeito de Assis Chateaubriand (PR) Marcel Micheletto reforçou a importância de contar com o engajamento dos gestores municipais para avanço da questão. “Os ODS e Agenda 2030 passam pelo território. Não tem como nós não caminharmos juntos. E principalmente os gestores públicos de darem sua contribuição”, disse.

Micheletto é o 2º vice-presidente da CNM e faz parte da diretoria, assim como prefeito de Afogados de Ingazeira (PE), José Patriota. Durante sua apresentação, o líder da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) falou sobre a Comissão Nacional para os ODS. 

O colegiado conta com a presença de diversos atores, como organizações sem fins lucrativos, do setor produtivo, ligadas ao ensino, pesquisa e extensão, além de representantes das três esferas do governo. A Confederação é a voz do governo municipal, e Patriota e Micheletto são os representantes do movimento municipalista no grupo.

Em seu discurso, Patriota recordou que a Amupe foi destaque na implementação da agenda que antecedeu os ODS. A entidade atuou fortemente para consolidar as metas previstas nos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM). “Essas políticas têm de ser acompanhas nas regiões, onde as coisas acontecem”, complementou.

Boas práticas

Uma das plenárias do Seminário trazia justamente exemplos de gestão integrada baseada nos ODS. Mais uma vez, o Município de Barcarena (PA) foi mencionado, tendo em vista sua iniciativa de incluir os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável como eixos principais do plano de gestão municipal.

Como explicou a articuladora institucional de gabinete, Patrícia Menezes, o planejamento da cidade teve início em 2013, com os então chamados de ODM. E a ideia é manter essa sinergia nos próximos anos para avançar também com os ODS.

Ações locais

Outras cidades também estão conectadas com a Agenda 2030, como é o caso de Carnaúba dos Dantas (RN). Presente no Seminário, o prefeito Gilson Dantas disse que conheceu a temática durante a XX Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios. Desde então, vem trabalhando para integrar o Plano Plurianual (PPA) com os direcionamentos dos ODS. “Já estamos realizando essa discussão junto ao secretariado para colocar no PPA uma ação muito importante, que vem fortalecer os eixos temáticos dos ODS com ações que já estamos desenvolvendo no Município”, afirmou.

Em Alto Paraíso (GO), a preocupação é construir um projeto piloto para transformar a cidade em referência de sustentabilidade econômica, ambiental e social. Foi o que revelou a secretária de turismo da cidade, Andreia Lopes, ao explicar um acordo instituído entre o Município, o Estado de Goiás e a Associação Awaken Love. O Município foi piloto no uso de Eco Fossas e de energia fotovoltaica em moradias populares. Foi a primeira vez que as diretrizes sustentáveis se aplicaram em habitações para famílias de baixa renda. 

Já o Município de Jataí, que também fica em Goiás, está trabalhando os ODS para a promoção de cidades inteligentes, como explicou o secretário municipal de ciência e tecnologia, Walber Silva.

Elogios

A prefeita de Natividade (TO), Martinha Neto, acompanhou atenta aos debates do Seminário Agenda 2030 e, ao final, fez um elogio. A gestora disse que as palestras vão ajudar o Município a implementar a agenda durante seu mandato.

Essa foi a percepção de outros dois gestores municipais. A prefeita de Montanha (ES), Iracy Fernandes, e o prefeito de Altaneira (CE), Dariomar Soares, destacaram a importância de envolver mais gestores com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.

Publicações

A Confederação possui o projeto de Localização dos ODS, que vem para orientar os prefeitos sobre como aderirem ao movimento. A primeira fase contou com o lançamento da Mandala de Desenvolvimento Municipal e de dois guias. Os materiais técnicos podem ser acessados na biblioteca virtual da entidade.

Clique aqui e conheça as publicações 

Fonte :CNM.

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