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Barroso nega possibilidade de ser candidato à Presidência

Publicado em 15/11/2017 às 20h15

Barroso disse nesta quarta (15) que não tem intenção de ser candidato à Presidência da República / Foto: ABrBarroso disse nesta quarta (15) que não tem intenção de ser candidato à Presidência da República

Foto: ABr
ESTADÃO CONTEÚDO
 

O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), disse nesta quarta-feira (15) que não tem intenção de ser candidato à Presidência da República. Em nota à imprensa, respondendo a um artigo do jornalista Elio Gaspari, Barroso destacou que sua atuação para colaborar com o Brasil se dá dentro de sua missão como professor e como ministro do Supremo. "Em definitivo, asseguro que não passa pela minha cabeça qualquer projeto eleitoral, circunstância que comprometeria a autoridade e a independência de minhas posições", ressaltou.

Veja a íntegra da nota: 

"Nota à imprensa - ministro Luís Roberto Barroso

Li hoje o artigo de Elio Gaspari que, analisando o quadro político, menciona o meu nome como possível alternativa a candidato a Presidente da República. Gostaria de afirmar, de forma categórica, que eu vivo para pensar o Brasil e ajudar a aprimorar as instituições, mas sempre dentro da minha missão como professor e, circunstancialmente, como Ministro do STF. Em definitivo, asseguro que não passa pela minha cabeça qualquer projeto eleitoral, circunstância que comprometeria a autoridade e a independência de minhas posições".

Fonte :JC.

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Temer liga troca ministerial à Previdência

Publicado em 15/11/2017 às 19h15

O presidente Michel Temer decidiu condicionar a nova distribuição de cadeiras nos ministérios aos votos dados pelos partidos aliados para a reforma da Previdência. Empenhado em aprovar na Câmara mudanças no regime de aposentadoria até meados de dezembro, Temer quer deixar as trocas na equipe acertadas, mas só entregar efetivamente cargos para o Centrão ou outras siglas após conferir o painel de votação.
 
O governo aposta suas fichas na aprovação da proposta, mesmo que seja modificada. Considerada por setores econômicos a mudança estrutural mais importante, a reforma da Previdência enfrenta forte resistência no Congresso. O texto inicial, mais ambicioso, precisou ser desidratado. Atualmente, a negociação se concentra em fixar idade mínima para a aposentadoria e unificar as regras do funcionalismo público com as da iniciativa privada.
 
A saída do ministro das Cidades, Bruno Araújo (PSDB), abriu caminho para o presidente acelerar a reforma ministerial. Araújo pediu demissão anteontem em meio ao racha do PSDB, que tende a desembarcar do governo. Os tucanos controlam outras três pastas (Secretaria de Governo, Relações Exteriores e Direitos Humanos), mas todos os ministros deverão deixar a equipe.
 
A estratégia do “toma lá dá-cá” foi definida para evitar surpresas de última hora. O Palácio do Planalto avalia que, se a Câmara não aprovar a reforma da Previdência até dezembro - deixando para o Senado votar em fevereiro -, nada mais passará em 2018, ano eleitoral. Por se tratar de uma emenda constitucional, o texto terá de ser aprovado - em duas votações - por, pelo menos, 308 deputados.
 
Com orçamento de R$ 10,1 bilhões, o Ministério das Cidades é cobiçado não apenas pelo PP, mas também pelo PMDB, PSD e DEM, que já começaram a brigar pelo espaço. O mais cotado para comandar Cidades é o presidente da Caixa, Gilberto Occhi, indicado pelo PP.
 
Temer, porém, avalia dividir o controle das secretarias de Saneamento e Habitação entre o PP e o PMDB. Pela negociação, não haverá “porteira fechada”, termo que, no jargão político, significa distribuir todos os cargos de um ministério a uma só sigla.
 
Há oito dias, o PP deu um ultimato ao Planalto e ameaçou paralisar as votações na Câmara se os tucanos não saíssem do governo e se o espaço do partido não fosse ampliado. O presidente concorda em entregar Cidades para o PP, mas quer ver se a sigla cumpre a promessa de votar a favor da reforma da Previdência.
 
Candidatos. Líderes de bancadas aliadas criticaram ontem a intenção de Temer de antecipar para dezembro a substituição dos ministros que serão candidatos. Pela lei, quem vai disputar as eleições deve se desincompatibilizar até abril de 2018.
 
Se levada adiante pelo presidente, a decisão prejudicará ministros que não possuem mandatos, entre eles Gilberto Kassab (Ciência e Comunicações) e Marcos Pereira (Indústria). Fora do primeiro escalão, eles também ficam sem foro privilegiado e, caso sejam denunciados, terão de ser julgados na 1.ª instância. Ambos são citados por delatores da J&F.
 
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), criticou a intenção de Temer, dizendo que pode atrapalhar a recuperação econômica do País e até mesmo o ambiente político. “Olhando de longe, acho que vai parar o governo. Trocar todos os ministros no final do ano, momento em que as ações mais importantes estão em andamento, vai dar um freio na execução de bons projetos”, avaliou Maia, em entrevista à Agência Estado.
 
A opinião é compartilhada pelo líder do DEM na Câmara, Efraim Filho (PB). “Será uma quebra de rito desnecessária e prejudicial no momento em que estamos colhendo os frutos de uma agenda em desenvolvimento”, argumentou Efraim.
 
Presidente licenciado do PSD, Kassab afirmou que respeitará qualquer decisão de Temer para tirar seus ministros antes do prazo, mas acha que não deve ser atingido pela reforma ministerial. Ele ainda não assumiu ser candidato. Em conversas reservadas, porém, tem demonstrado intenção de concorrer ao Senado. “Estou aguardando definição do senador José Serra (PSDB-SP) para analisar que rumo tomarei”, disse Kassab, que conversou ontem com Temer.
 
O ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes Ferreira (PSDB), disputará a reeleição ao Senado e deve sair da equipe em dezembro. Já o tucano Antônio Imbassahy (Secretaria de Governo) quer concorrer a mais um mandato de deputado federal ou ao Senado, mas, neste caso, teria de migrar para o PMDB.
 
O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, disse que o “espólio dos tucanos” será dividido. “O PMDB, como o maior partido da base, seguramente deve ter mais espaço nessa recomposição”, afirmou. O PMDB quer que Padilha acumule sua função com a Secretaria de Governo até a votação da reforma da Previdência. 
 

Fonte :As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

AE.
Diario de PE.

 

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Segóvia quer acelerar investigações contra políticos

Publicado em 15/11/2017 às 18h00

Entre as primeiras providências de sua gestão, o novo diretor da Polícia Federal, Fernando Segóvia, afirmou que estuda reforçar o setor encarregado de investigar autoridades com prerrogativa de foro. “Temos uma demanda represada de inquéritos dentro do STF”, disse o delegado. “Houve reclames de ministros do tribunal. É talvez o momento de a PF dar um upgrade na equipe de investigações de inquéritos do Supremo.”

Segóvia afirmou que o assunto foi debatido pelas equipes de transição. Auxiliares de Leandro Daiello, que deixa o comando da PF para se aposentar, relataram ao sucessor que até mesmo autoridades investigadas têm manifestado interesse de que as apurações sejam mais céleres. "É preciso dar um atestado, seja para um lado ou para o outro", afirmou Segóvia, sobre a necessidade de as investigações chegarem a um desfecho, seja para inocentar, seja para indiciar. 

Fonte :Época - Marcelo Rocha.

Blog do Magno Martins.

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Justiça Eleitoral define logomarca das Eleições Gerais 2018

Publicado em 15/11/2017 às 17h00
# Vem Pra Urna em

Com o slogan #VEMPRAURNA, a logomarca das Eleições Gerais 2018 traz as cores da bandeira do Brasil e elementos que destacam o eleitor como agente de mudança na democracia. A marca já está disponível para ser utilizada por toda a Justiça Eleitoral (TSE e TREs).

O primeiro elemento, pessoas de braços levantados, remete ao slogan da campanha e reflete a participação popular no processo eleitoral. Além disso, propõe que a população se disponha a ir às urnas para manifestar sua vontade quanto ao futuro do país de forma legítima e democrática.

Já o sinal de ticado – conhecido como símbolo de confirmação -, reforça o elemento anterior, chamando o eleitor a confirmar presença no pleito do próximo ano.

Pesquisa

Pesquisa de opinião realizada após as Eleições Municipais 2016 reforçou que o somatório da crise social, econômica e política às expectativas frustradas, estabelece um quadro de desanimo, pessimismo e desalento que afasta o eleitorado do debate democrático e, principalmente, do exercício de seu direito de voto.

A situação é ainda mais crítica entre os jovens de 16 a 20 anos que, uma vez desmotivados, não se sentem convidados a participar do debate político.

Diante desse contexto, os assessores de comunicação da Justiça Eleitoral decidiram manter o tema utilizado nas eleições de 2014 - #VEMPRAURNA - para atrair o eleitor a participar do processo eleitoral do ano que vem, ressaltando a importância de seu voto e de sua participação como agente de mudança.

Fonte :TSE.

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Silvio Filho nega tese de Armando na Frente Popular

Publicado em 15/11/2017 às 16h15
Silvio Costa Filho é líder da oposição na Assembleia Legislativa do Estado
Silvio Costa Filho é líder da oposição na Assembleia Legislativa do EstadoFoto: Henrique Genecy/Divulgaççao

A tese de que interlocutores do governo Paulo Câmara (PSB) tentam atrair o senador Armando Monteiro (PTB) de volta para a Frente Popular não agradou integrantes do grupo ligado ao petebista. O deputado estadual Silvio Costa Filho (PRB) garantiu que "o senador não se afastará do campo oposicionista em nenhuma hipótese".

Na sua visão, "essa tese pode até corresponder ao desejo de alguns governistas". Porém, quem conhece Armando sabe que ele jamais fará qualquer movimento desse tipo", colocou.

"O senador Armando Monteiro, ao longo de sua trajetória pública, sempre teve sua história marcada pela coerência e firmeza. Foi assim em todas as missões que exerceu ao longo dos anos. Em 2014, disputou o governo do estado e desde então está posicionado nas trincheiras da oposição ao projeto do PSB, que não consegue corresponder às expectativas da população e dá sinais claros de desgaste em Pernambuco", acrescentou o deputado. 

Ainda segundo Costa Filho, "Armando conhece os problemas de Pernambuco, que só fazem se acentuar, como o crescimento da violência, queda dos investimentos e precarização dos serviços de saúde. Por isso, tem ciência dos anseios dos pernambucanos por uma nova agenda e um novo caminho para o Estado".

Fonte : Blog da Folha de PE.

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