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Lava Jato chegou em Ideli

Publicado em 13/01/2018 às 18h00

Mais cinco políticos foram incluídos em novos inquéritos da Lava Jato. Até aqui longe da operação, Ideli Salvatti (hoje na OEA) é um dos alvos das investigações da Polícia Federal do Paraná, no rastro da delação de Sérgio Machado.

Nessa etapa estão sendo esquadrinhados Cândido Vacarezza (ex-PT e hoje no partido Avante), Edson Santos (PT-RJ), Henrique Alves (PMDB-RN) e Jorge Bittar (ex-deputado PT-RJ). O ex-presidente da Transpetro confessou crimes, não provou parte das denúncias e segue em prisão domiciliar.

Pente fino

Além de consultas médicas com o urologista Miguel Srougi e o cardiologista Roberto Kalil Filho, na quinta-feira 11, em São Paulo, Michel Temer teve outro encontro. Foi com o amigo e advogado Antônio Cláudio Mariz de Oliveira. Ele conduziu a defesa do presidente na primeira denúncia feita pela PGR, rejeitada pelo Congresso em agosto passado. Ambos revisaram respostas do questionário da Polícia Federal, enviado ao Planalto pelo STF, no inquérito que apura suspeitas de favorecimento indevido ao setor portuário. Por não ver irregularidades no seu ato, que alterou regras das concessões das áreas nos terminais, não será surpresa se Temer deixar em branco algumas das 50 perguntas, a serem devolvidas até esta sexta-feira 19.

Fonte :Blog do Magno Martins.

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Oliver Stone assina petição para que Lula possa disputar eleição

Publicado em 13/01/2018 às 17h15

Uma petição defendendo a candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva às eleições presidenciais no Brasil recebeu mais de  170.000 assinaturas, inclusive a de Oliver Stone e de quatro ex-presidentes sul-americanos, à medida que se aproxima o julgamento que pode impedi-lo de se candidatar.

A petição intitulada "Uma eleição sem Lula seria fraudulenta" foi assassinada pela argentina Cristina Kirchner, o uruguaio José Mujica, o equatoriano Rafael Correa e o colombiano Ernesto Samper.
 
Liderando as intenções de voto para as eleições de outubro, Lula foi condenado a 9 anos e seis meses de prisão por corrupção, mas será julgado em apelação no dia 24 de janeiro.
 
"A tentativa de fixar para 24 de janeiro, em tempo recorde, a data do julgamento em apelação de Lula não é legal. Trata-se de um puro ato de perseguição política do líder mais popular do país", denuncia a petição, traduzida para sete idiomas.
 
Além do cineasta americano Oliver Stone, outras personalidades assinaram o texto, como o ator Wagner Moura e o psicanalista francês Michel Plon
 

Fonte :Por: AFP - Agence France-Presse.

Diario de PE.

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Planalto teme impacto de tensão eleitoral na reforma

Publicado em 13/01/2018 às 16h00
Foto: Alan Santos/Presidência da República
Foto: Alan Santos/Presidência da República

Estadão Conteúdo 

O Palácio do Planalto teme que a disputa entre os pré-candidatos à Presidência Rodrigo Maia (DEM-RJ) e Henrique Meirelles (PSD) e a crescente tensão eleitoral possam atrapalhar a aprovação da reforma da Previdência, marcada para o dia 19 de fevereiro. O elogio feito pelo emedebista ao governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo publicada na quinta-feira, teve como principal objetivo, segundo fontes do Planalto, brecar um início de atrito entre o presidente da Câmara dos Deputados e o ministro da Fazenda.

Maia e Meirelles se colocam como possíveis candidatos do governo na eleição presidencial deste ano e, ao lado de Alckmin, buscam se apresentar como o nome de centro na corrida pelo Planalto. O jornal mostrou que Maia trabalha para minar Meirelles em meio a seus movimentos pela eleição, já tem equipe e articula alianças
 
Temer ficou preocupado com a possibilidade de o embate entre Maia e Meirelles prejudicar a votação da reforma da Previdência, meta principal do Planalto para este ano.
 

Na sexta, a agência de classificação de riscos Standard & Poor’s informou que rebaixou a nota de crédito do Brasil em razão de “constantes” atrasos justamente na aprovação das novas regras nas aposentadorias e citou uma mudança, já descartada, na “regra de ouro”, que impede a União de se endividar acima do volume de investimento.

Na semana passada, Meirelles e Maia se desentenderam publicamente sobre a regra de ouro. O ministro disse ser contra a forma como o tema foi apresentado e o deputado reagiu ordenando que a flexibilização fosse retirada da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que vinha sendo elaborada.

De acordo com colaboradores do presidente, Temer chamou Maia para uma conversa no Planalto logo depois do atrito para dizer que a prioridade absoluta é a reforma da Previdência.

O presidente, na entrevista, tentou ainda esfriar as pretensões de Maia e Meirelles dizendo preferir ver o ministro na condução da economia e que a prioridade do deputado deve ser a reeleição para a presidência da Câmara – se reeleito deputado federal, Maia poderá concorrer a mais um mandato à frente da Casa.
Afago
 
Temer distribuiu elogios a Alckmin, cuja pré-candidatura ainda sofre o impacto da entrevista de Fernando Henrique Cardoso, também ao jornal O Estado de S. Paulo, na qual o ex-presidente disse que o governador ainda precisa provar que tem capacidade de aglutinar o centro e “transmitir uma mensagem” que viabilize suas pretensões eleitorais.
 

Ao jornal O Estado de S. Paulo, Temer foi na direção oposta à de FHC, disse que a posição omissa de Alckmin diante da aceitação das denúncias feitas pelo ex-procurador-geral Rodrigo Janot “ficou para trás” e que o governador preenche os requisitos de transmitir “segurança e serenidade” ao eleitorado brasileiro. Temer espera abrir a porta para o governador embarcar.

A avaliação do Planalto agora é de que Alckmin trabalha para minar a concretização da grande aliança de centro que, na pretensão de Temer, uniria todos os partidos da base, conseguiria a maior parcela de tempo na TV e resultaria em mais recursos do fundo eleitoral para enfrentar os líderes nas pesquisas Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PSC-RJ).

Dividendos
Na estratégia palaciana, a aprovação da reforma da Previdência seria o passo final para concretizar essa grande aliança. Fontes do Planalto têm dito que os recursos provenientes da reforma seriam investidos ainda neste ano em obras e realizações que podem trazer dividendos eleitorais para todos os partidos aliados.
Assessores de Temer argumentam também que a mudança nas regras da aposentadoria traria mais estabilidade econômica, o que também pode se traduzir em votos, e teria um caráter simbólico de coesão que pode ser levado para a eleição.
 

Fonte :As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Blog de Jamildo.

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Conselho Consultivo reúne-se no TSE na segunda (15) para discutir fake news e eleições

Publicado em 13/01/2018 às 15h15
Logo Eleições 2018

O Conselho Consultivo estabelecido pela Presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) reúne-se na sede da Corte nesta segunda-feira (15) para tratar do tema fake news e eleições 2018. A reunião será aberta para imagens e ocorrerá no 9º andar do Tribunal, a partir das 16h. Além da equipe do TSE, participarão do encontro representantes da sociedade civil.

Esta será a segunda reunião do grupo desde que foi criado e a primeira em 2018. No encontro, serão discutidas as medidas a serem tomadas para coibir o uso e a propagação das fake news nas eleições deste ano, bem como eventuais normas que serão propostas.

O TSE tem se antecipado a esse problema e foi justamente essa preocupação que motivou a criação do Conselho Consultivo, além da realização de diversos debates, fóruns e seminários sobre o assunto.

Confira a íntegra da Portaria TSE nº 949, assinada pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Gilmar Mendes.

Fonte :TSE.

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José Múcio recebe cobranças no Recife por ter defendido o direito de Lula de disputar a eleição

Publicado em 13/01/2018 às 14h00
O ministro José Múcio (TCU) confessou nesta sexta-feira (12), no Recife, que está sendo alvo de questionamentos por ter defendido numa entrevista de rádio o direito de o ex-presidente Lula disputar as próximas eleições.

Segundo ele, se Lula for impedido de disputar, sem que haja uma “prova inconteste” contra ele, qualquer candidato que vencer a eleição terá muitas dificuldades para governador.

O ministro voltou a defender a aprovação da reforma da previdência dizendo que se ela não for feita agora o Brasil poderá ter o mesmo destino do Rio de Janeiro, onde falta dinheiro inclusive para pagar os aposentados.

Questionado sobre o processo do TCU que rejeitou as contas da ex-presidente Dilma Rousseff devido à prática de “pedaladas fiscais”, o ministro disse que a petista teria evitado o impeachment se tivesse mais jogo de cintura.
“Se fosse Lula (o presidente), teria contornado a situação e até subido nas pesquisas”, afirmou o ministro pernambucano que foi nomeado para o TCU pelo ex-presidente.

Ele defendeu a instituição de um órgão de controle externo para fiscalizar os ministros do TCU e os conselheiros dos Tribunais de Contas dizendo que esse órgão poderia ser o CNJ (Conselho Nacional de Justiça).

Disse que respeita a posição do presidente da Atricon, Valdecir Pascoal (TCE-PE), favorável à criação do Conselho Nacional dos Tribunais de Contas, mas teve que ele seja uma estatal a mais nas costas do contribuinte.

Fonte :Blog de Inaldo Sampaio.

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