Alckimin bate o pé e embaralha o jogo em SP

Publicado em 30/12/2017 às 13h15

Geraldo Alckmin convocou um seleto grupo de aliados de diversos partidos para uma última reunião antes da virada do ano. O governador serviu pizza aos convidados e, entre uma fatia e outra, deu seus recados. Avisou que a montagem dos palanques estaduais só vai deslanchar depois que o PSDB formalizar seu nome na disputa ao Planalto, e que o arranjo começará por SP. Aí lançou uma novidade: agora, acha que o ideal é ter apenas um candidato a sucessor com seu apoio no Estado.

Ao sinalizar que prefere chancelar apenas um nome como sucessor, Alckmin dá uma guinada no cenário desenhado até aqui. Seu vice, Márcio França (PSB), será candidato em 2018. O PSDB também quer lançar um nome. Por isso, aliados diziam que o governador apoiaria as duas campanhas.

Dentro do PSDB, o prefeito João Doria e o senador José Serra despontam como opções para o governo do Estado. Já França é dirigente do PSB. O partido avisou que o eventual apoio a Alckmin para a Presidência dependeria da reciprocidade em SP. Ou seja, se fechar com o vice, Alckmin pode levar o suporte do PSB de brinde. 

Fonte : Blog do Magno Martins.

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