Depois de uma gestão exitosa do deputado Antônio Moraes que fez uma verdadeira pulverização dos tucanos em Pernambuco na eleição de 2016. O ex-ministro das Cidades e deputado federal, Bruno Araújo não conseguiu arregimentar sequer pessoas que quisessem disputar a eleição deste ano.

Com o fechamento da Janela Partidária, Bruno só colheu ou melhor não colheu nada de positivo. Quadros importantes da sigla, como Daniel Coelho entre outros nomes que ainda escondem o jogo, deixaram a legenda por falta de competitividade. E quem ficou, a exemplo de Terezinha Nunes vai fritar no chapão.

O PSDB se tornou conhecido por ser um partido que sempre tinha força e estratégia  para fazer chapinhas. Foi assim em 2010 e em 2014 quando ainda o saudoso Sérgio Guerra preparou tudo enquanto esteve no comando da sigla.

Por um ano e meio Bruno comandou uma das principais pasta da Esplanada dos Ministérios, mesmo com um orçamento robusto e com tudo para bombar no Estado, passou apático. Ele não conseguiu imprimir uma agenda estadual e ficando muito limitado ao eixo sudeste do país. Faltou comunicação e como dizia o velho guerreiro: ‘quem não se comunica, se trumbica!’.

Ele também tinha tudo para ser figura garantida na chapa majoritária da oposição, porém o máximo que vai conseguir é se reeleger federal e reduzir a bancada estadual do seu partido a um parlamentar.

Por fim, teremos na eleição deste ano um PSDB apequenado, tímido e muito discreto, graças a incompetência de quem esteve no comando.

Pressão – Durante a sessão da Câmara de Carpina de ontem, o vereador Diogo Prado (PSC), aproveitou o clima de insatisfação dos de alguns vereadores e propôs uma investigação mais profunda na gestão de Botafogo (PDT). Sugerindo até uma abertura de processo para julgar a improbidade administrativa do pedetista.

Rei das selfies – O vereador Nicó do Cimento (DEM, foi um dos que subiu o tom para a gestão municipal em Carpina. Ele prometeu ampliar as fiscalizações na cidade e tirar ‘selfies’ onde ver que está errado.

Rápidas

PSC – Com uma lista de filiados a sete chaves, André Ferreira conseguiu arregimentar importantes quadros tanto deputados de mandato quanto novas potências. A sigla deverá fazer uma bancada de 6 a 7 parlamentares.

Vicência – Dia 1º de maio, dia do trabalhador, foi escolhido pelo prefeito de Vicência, Guilherme Nunes (PSDB), para entregar 50 casas populares na cidade. Ele vem fazendo uma gestão forte e com muitas obras, está entre uma das grandes revelações na região.

Coligação de esquerda – O Partido Comunista Brasileiro (PCB) decidiu caminhar junto com o PSOL nas eleições. A chapa é encabeçada por Dani Portela e tem Albanise Pires e Eugênia Lima como pré-candidatas ao Senado.

Disputa – Ainda falando do PSOL, a briga vai ser boa entre Edilson Silva e Áureo Cisneiros para disputar uma vaga na Alepe. Essa coligação faz um no máximo dois parlamentares no melhor das hipóteses.

Pinga-Fogo: Porque os governadores acharam que teriam tratamento especial em Curitiba?

Fonte :Blog do Elielson Lima.