FBC traça cronograma e metas para o PMDB-PE

Publicado em 11/09/2017 às 09h15
Priscilla Krause, Fernando Bezerra Coelho e Fernando Filho na Missa do Vaqueiro
Priscilla Krause, Fernando Bezerra Coelho e Fernando Filho na Missa do VaqueiroFoto: Flavio Japa/divulgação

O senador Fernando Bezerra Coelho (PMDB) prometeu para o final de outubro a consolidação dos partidos que estarão unidos ao seu grupo, que será de oposição a Paulo Câmara (PSB). Em nova demonstração de unidade, o senador esteve no domingo (10) na missa do vaqueiro em Canhotinho, no Agreste, reduto eleitoral do deputado estadual Álvaro Porto (PSD), acompanhado do ministro de Minas e Energia, Fernando Filho (PSB). Também passaram no evento o ministro das Cidades, Bruno Araújo (PSDB), o senador Armando Monteiro (PTB) e a deputada estadual Priscila Krause (DEM). A definição de nomes e cargos, segundo FBC, ficará para fevereiro.

O imbróglio interno do PMDB, segundo FBC, deve ter um desfecho nos próximos dias, quando o senador se reunir com Jarbas Vasconcelos. O encontro, que deve acontecer em Brasília, ainda não tem data marcada. “O estatuto do PMDB prevê a dissolução (de diretório). Se não houver entendimento, quem vai decidir isso é a executiva nacional”, definiu Fernando, alegando que espera uma posição de Jarbas e do presidente estadual da legenda, o vice-governador Raul Henry. “O PMDB, sob nosso comando, vai aspirar a uma candidatura ao governo do Estado”, diz o senador.

A missa do vaqueiro, que reuniu cerca de 3 mil participantes, serviu como momento de “renovação de votos” da oposição, desde que o grupo se fez conhecer em ato conjunto com os quatro ministros pernambucanos e os dois senadores. Todos foram recepcionados pelo prefeito Felipe Porto (PSD) e o deputado estadual Álvaro Porto. Fernando espera aglutinar ao seu lado ao menos PMDB, PSDB, DEM e PTB. “A frente deve ser definida até final de outubro. A partir daí iremos apresentar para a reflexão dos pernambucanos uma espécie de proposta”, explica o senador. 

Alçado à condição de pré-candidato pelo pai, o ministro Fernando Filho aponta que a família Coelho tem nomes para apresentar, todavia “outros nomes que merecem ser analisados”. “O nome que merecer a confiança desse conjunto cumprirá essa tarefa com muita determinação”, justifica. Bruno Araújo também reforçou a construção desse ajuntamento de forças para fazer contraponto à reeleição de Câmara. A despeito da postura governista de deputados estaduais na Alepe, Araújo garantiu que "todo" o PSDB estadual entende que Pernambuco precisar passar por um processo de renovação.

Encarado como candidato natural ao governo, Armando Monteiro corrobora que o momento é de definir pontos em comum. “O que a frente quer? Pra que nós nos reunimos? Esses são os questionamentos. Primeiros devemos pensar em oferecer um projeto, uma agenda nova para Pernambuco. No momento final, se houver condições de identificar convergências, nós teremos os nomes”, esclarece o petebista. Nos bastidores, Armando é tido como candidato ao governo do Estado invariavelmente, concorrendo por este grupo ou por conta própria, onde já dispõe de pelo menos quatro partidos - PTB, PRB, Podemos e Avante.

Fonte :Blog da Folha de PE.

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