Grupo e Daniel Coelho continua no comando do PPS

Publicado em 12/07/2018 às 16h00

Tribunal de Justiça determinou uma gestão compartilhada apenas para efeito de filiação

Decisão da 6ª Vara Cível da capital indeferiu uma nova tentativa da antiga gestão do diretório estadual do PPS, liderada pelo ex-presidente Manoel Carlos, no sentido de reaver o comando do partido. De acordo com o advogado Paulo Fernandes Pinto, a justiça entendeu que a ação ajuizada por ele era idêntica à outra já julgada pelo Tribunal de Justiça, que confirmou o deputado Daniel Coelho como novo presidente do partido. A ação pleiteava a anulação da Resolução nº 07/2018 do Diretório Nacional do PPS, assinada pelo presidente Roberto Freire, que dissolveu o diretório estadual e entregou a sua presidência ao parlamentar egresso do PSDB. Nos autos da Ação Anulatória ajuizada pela gestão anterior, o Tribunal de Justiça, além de restabelecer o comando do partido ao deputado Daniel Coelho, que havia sido afastado por uma decisão de primeiro grau, determinou que fosse feita uma gestão compartilhada para fins específicos de registro de novos filiados, pelo fato de, à época, o prazo de filiação para efeito de candidatura às próximas eleições encontrar-se próximo de se encerrar. Agora, apesar do compartilhamento da gestão, membros da gestão anterior não apresentaram nenhum candidato a deputado estadual ou federal, ao passo que Daniel Coelho filiou centenas de pessoas e vai apresentar uma chapa robusta tanto para a Assembleia Legislativa como para a Câmara Federal.

Isolamento político

Política tem dessas coisas. Tasso Jereissati (PSDB), um dos homens mais ricos do Ceará, conquistou pela 1ª vez o Governo daquele Estado no mesmo ano em que Miguel Arraes (1986) voltou ao Palácio das Princesas pela porta que havia saído em 1964. Tasso foi governador mais duas vezes e cumpre o 2º mandato de senador. No entanto, é o político mais isolado do Ceará.

Frente ampla – Enquanto Tasso amarga o isolamento, o governador e seu adversário político, Camilo Santana (PT), vai disputar a reeleição com apoio de 24 partidos. Paulo Câmara, em 2014, concorreu ao Governo de Pernambuco com apoio de 21. Hoje tem apenas 13.

Obrigado – Taí um gesto nobre de um cidadão de 72 anos (Luiz Gonzaga Amorim) residente na cidade de São João. Chegou à UPA de Garanhuns sentindo fortes dores e lá mesmo fez os exames e foi operado para retirada de um cisto sebáceo. Esta semana voltou lá só para agradecer aos médicos que o atenderam.

O silêncio – Avalia-se nas oposições pernambucanas que o ex-prefeito João Paulo (PCdoB) anda “muito calado”, dando a entender que ainda pode ser chamado para compor a chapa majoritária da Frente Popular, embora seu projeto seja uma cadeira de deputado estadual.

O teste – Vinicius Mendonça, filho caçula do deputado Mendonça Filho (DEM), trabalhava no mercado financeiro no RJ quando soube que o pai havia decidido ser candidato a senador pela oposição. Voltou a Pernambuco, por decisão própria, para disputar uma vaga de deputado federal. Se gostar, fica na política. Se não, voltará para o RJ.

A divisão – É clara, hoje, como a luz do dia, a divisão no PSB. Alguns diretórios do Nordeste, entre eles o de PE e o da PB, ainda sonham com uma aliança com o PT para apoiar Lula. Já os do Sul e do Sudeste, não querem nem ouvir falar em aliança com o lulismo.

Fonte :Blog de Inaldo Sampaio.

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