Julgamento do STF divide deputados na Alepe

Publicado em 04/04/2018 às 19h00

A deputada estadual Teresa Leitão diz que a palavra de ordem é resistir / Foto:JC ImagemA deputada estadual Teresa Leitão diz que a palavra de ordem é resistir

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Da Editoria de Política
 

A tarde desta quarta-feira foi de muita expectativa durante o julgamento do habeas corpus preventivo do presidente Lula (PT) no Supremo Tribunal Federal (STF). A deputada estadual Teresa Leitão (PT) disse esperar ver Lula livre. “Pra isso estamos lutando. Há dúvidas constitucionais muito gritantes. Recorrer ao ao Supremo é recorrer a instância máxima e espero que ocorra Justiça. O processo é sem provas e é um julgamento político”. Ao ser questionada sobre qual a reação do PT caso o habeas corpus preventivo apresentado pela defesa do ex-presidente Lula não seja aceito, a parlamentar disse que aguarda as orientações nacionais, “mas a palavra de ordem é resistência”.

Caso o Supremo Tribunal Federal (STF) aceite o habeas corpus preventivo da defesa do presidente Lula (PT), a deputada estadual Terezinha Nunes (PSDB) afirmou que é um retrocesso e que isso vai macular a Lava Jato. Essa última revelou um esquema de corrupção bilionário envolvendo donos de empreiteiras, diretores da Petrobras e políticos de quase todos os partidos. “O Ministério Público e os juízes tem trabalhado fortemente na Lava Jato. Aí chega uma hora dessa (se referindo ao julgamento) e o STF decide mudar uma posição que é histórica. Isso é muito preocupante”, afirmou a parlamentar tucana.

CONSTITUIÇÃO

Para o deputado estadual Odacy Amorim (PT), o presidente Lula não está pedindo privilégios. “Eu torço e confio em Deus que nesta tarde a Corte, o nosso Supremo, irá conduzir de uma forma a respeitar à Constituição. Se tem uma necessidade de mudança, para que condenados em segunda instância comecem a cumprir pena, que o parlamento mude a Constituição”, argumentou.

Já o deputado estadual Rodrigo Novaes (PSD) afirmou que o poder judiciário precisa sempre reafirmar o respeito à Constituição. “Existe uma compreensão de que o julgamento em segunda instância já faz jus à prisão e que se inverte portanto o princípio da presunção de inocência. Sendo assim a gente entende que o supremo precisa apreciar essa matéria com serenidade e seriedade. Espero que se caminhe com tranquilidade e que o povo brasileiro respeite a instituição, seja lá qual for o resultado”, comentou.

Fonte: JC.

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