Os desafios do novo presidente

Publicado em 29/10/2018 às 18h00

Coluna da segunda: Os desafios do novo presidenteDepois da campanha mais aflorada dos últimos anos, onde os ânimos dos brasileiros nunca tiveram tão aflorados, o novo presidente Jair Messias Bolsonaro terá que já agora nos primeiros dias após eleito tentar pacificar o País e minimizar qualquer permanência de palanque eleitoral.

Mesmo já confirmando quatro nomes da sua equipe ministerial: General Heleno (Defesa), Paulo Guedes (Fazenda), Onyx Lorenzoni (Casa Civil) e Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia). Ele terá que nos próximos dias fechar toda a equipe e anunciar se aglutinará pastas e extinguirá outras. Tarefa que não é fácil, um ponto positivo é a flexibilidade de escolha do presidente eleito, haja vista que seu palanque não somou muitas siglas partidária evitando o loteamento do neo-Governo.

Mesmo com os famosos 100 dias de prazo para qualquer Governo, Bolsonaro terá pela frente um partido que é competente em matéria de oposição, o PT estará na sua cola, ele não poderá titubear um momento. As primeiras impressões após o primeiro de janeiro de 2019 norteará o tom do seu Governo, as famosas reformas que todos prometeram não poderá passar do primeiro ano e para que isso aconteça nos primeiros meses o Congresso terá que está afinado com o presidente.

Por fim, dentre tantos outros desafios o maior que o presidente Bolsonaro terá pela frente é suprir o grau de esperança que os brasileiros depositou em sua pessoa. Sobretudo no combate a corrupção e respostas incisivas na segurança pública. À ele e sua equipe desejamos sorte!

Virou – Depois de Bolsonaro ganhar em Recife e Carpina no primeiro turno, Haddad conseguiu virar nessas duas cidades e seus prefeitos Geraldo Julio e Botafogo comemoram muito. Sobretudo o gestor carpinense que não conseguiu no primeiro tempo da eleição emplacar uma expressiva quantidade de votos para seus candidatos.

Faltou – No discurso de Haddad faltou o famoso gesto democrático de reconhecer a derrota e parabenizar o vitorioso, gesto tradicional de fazer a ligação ao candidato eleito. A falta disso é fruto do clima criado durante o período eleitoral. A vitória de Bolsonaro quebra um ciclo de 16 anos de comemoração petista nas urnas.

Rápidas

Tucanos – Eleito governador de São Paulo, João Doria Jr terá pela frente assumir o protagonismo da sigla tucana em nível nacional. Mesmo a contragosto de Alckmin, Doria é o novo líder natural tucano. O pernambucano Bruno Araújo acompanhou a apuração ao lado do governador eleito na capital paulistana.

Alepe  – O nome de Eriberto Medeiros (PP), está pacificado para renovar a presidência da Assembleia Legislativa. A bronca agora é quem será o primeiro-secretário. Nomes como de Diogo Moraes e Aglaison Victor estão sendo avaliados no ninho socialista.

Fez feio  – O Instituo Vox Populi vem caindo num mar de veradeiro descrédito. Às vésperas do pleito divulgou uma pesquisa que apontava empate técnico entre os prescindenciáveis. Verdadeira discrepância do que foi a eleição deste domingo.

Pinga-fogo: Como Bolsonaro vai agir com o Nordeste que concedeu uma expressiva vitória a Haddad?

Fonte: Blog do Elielson Lima.

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