De olho em 2018, Edilson faz aceno ao PT e defende PSOL coligado

Publicado em 31/08/2017 às 09h00

Para o deputado Edilson Silva, PSOL deve se unir a outras forças de esquerda na eleição do próximo ano / Foto: Jarbas Araújo/AlepePara o deputado Edilson Silva, PSOL deve se unir a outras forças de esquerda na eleição do próximo ano

Foto: Jarbas Araújo/Alepe

Paulo Veras

Principal nome do PSOL, o deputado estadual Edilson Silva sinalizou para o PT ao anunciar que vai defender internamente que o PSOL possa dialogar com outras forças de esquerda com vistas a 2018, buscando se distanciar dos palanques do governador Paulo Câmara e do polo alternativo formado pelos quatro ministros de Temer e pelos senadores Armando Monteiro e Fernano Bezerra Coelho. Em seguida, o parlamentar teceu elogios à vereadora Marília Arraes (PT), que busca se cacifar como candidata ao governo.

“Existe espaço para o diálogo (com o PT) desde que a gente componha um campo programático”, afirmou Edilson. “As forças de esquerda precisam construir uma alternativa a esse cenário que está se desenhando”, ponderou. No PSOL, há quem defenda candidatura própria, com nomes como os de Áureo Cisneiros, Albanise Pires, Paulo Rubem Santiago ou do vereador do Recife Ivan Moraes.

OPOSIÇÃO

O líder da oposição, Silvio Costa Filho, negou que o movimento de distanciamento de Edilson signifique divisão na Alepe. “O que nos une é a oposição ao PSB e ao governador Paulo Câmara”, disse. Silvio reiterou ainda que trabalhará pela candidatura do senador Armando Monteiro Neto (PTB) ao governo do Estado.

Fonte : JC.

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