“Busca por igualdade de gênero é desafio de governos e sociedade em geral”, afirma Tânia Ziulkoski

Publicado em 10/09/2017 às 08h00

Um artigo publicado na Medium na quinta-feira, 7 de setembro, trouxe à tona dados que expõem a discrepante desigualdade de gênero quando se está em foco a representação na política: apenas 12% das prefeituras brasileiras são gestadas por mulheres. Diante deste cenário, o texto ressalta as ações promovidas pela Confederação Nacional de Municípios (CNM), por meio do Movimento Mulheres Municipalistas (MMM), para reverter essa situação.

Conforme destacado, o movimento foi lançado na XX Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, em maio deste ano. Idealizado pela primeira-dama do movimento municipalista brasileiro, Tânia Ziulkoski, e pela fundadora da CNM, Dalva Christofoletti, a iniciativa quer convocar mulheres a serem mais ativas na política do país.

“A desigualdade de gênero foi construída culturalmente em diversos espaços sociais e contextos históricos, tendo como premissa a dominação masculina sobre as mulheres tanto em espaços institucionais, domésticos ou no trabalho. Então eu acho que a busca por essa igualdade é um desafio tanto dos governos, em todos os seus níveis, como na sociedade em geral”, afirmou Tânia, que atua junto à CNM há mais de 20 anos.

Conforme cita o artigo, a afirmação e representação das mulheres na política não espelha os avanços conquistados por elas dentro da sociedade. Ao contrário de décadas passadas, quando a mulher não atuava no mercado de trabalho, não tinha as mesmas oportunidades de educação que os homens e nem mesmo direitos eleitorais, elas estão mais empoderadas, independentes e atuantes em diversas áreas.

Metas do Movimento
Para o artigo, Tânia Ziulkoski explicou que dar voz às mulheres municipalistas, sejam elas prefeitas, vices, secretárias, vereadoras ou eleitoras, é um dos grandes objetivos do MMM. Além disso, disse que o movimento quer oportunizar uma maior incidência das mulheres em espaços políticos de decisão, tornando assim as figuras de primeiras damas, por exemplo, agentes essenciais para a socialização da pauta municipalista e de políticas fundamentais para a qualidade de vida da população.

A sede do Movimento Mulheres Municipalistas fica em Brasília, no escritório da Confederação Nacional de Municípios, que tem 49% da sua equipe técnica formada por mulheres. Uma vez por mês, a iniciativa realiza uma reunião com a participação de prefeitas, indicadas pelas entidades estaduais do país.

Na próxima terça-feira, 12 de setembro, haverá uma reunião ampliada na sede da Confederação, com convidados da Organização das Nações Unidas (ONU) e de movimentos internacionais, que estarão presentes para discutirem questões de gênero.

Confira aqui artigo completo.

Fonte :CNM.

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