Aliado de Temer relatará processo de dissolução do PMDB estadual

Publicado em 13/09/2017 às 22h15
Presidente estadual do PMDB, vice-governador Raul Henry
Presidente estadual do PMDB, vice-governador Raul HenryFoto: Raul Henry lamentou que a oposição tenha “politiza

O processo de dissolução do comando do PMDB no Estado teve início nesta quarta-feira, durante reunião da Executiva Nacional da sigla. O pedido foi protocolado no PMDB por Orlando Tolentino, secretário de Governo de Petrolina, cujo prefeito é Miguel Coelho, filho do senador Fernando Bezerra Coelho. O parlamentar deixou o PSB para assumir o comando do PMDB em Pernambuco.

No pedido que assinou, Orlando Tolentino alegou insuficiência de desempenho eleitoral do PMDB para justificar a dissolução, premissa rebatida pelo presidente estadual da sigla, o vice-governador Raul Henry, acrescentando que, em 2016, a sigla conseguiu eleger 17 prefeitos, 15 vices e 160 vereadores.

Após a reunião, Henry classificou o pedido do secretário de Petrolina como “fraude” e “baseado em mentiras”.

"(O foi feito por) um cupincha do senador Fernando Bezerra Coelho. E a receptividade que tivemos da nossa fala, da nossa defesa na Executiva Nacional, foi a melhor possível. Sete parlamentares falaram. Quatro nos declararam explicitamente apoio, votando pelo arquivamento. E três fizeram um apelo pela conciliação. Nós temos convicção e plena confiança de que a Executiva Nacional do PMDB e as lideranças de vários Estados do Brasil farão justiça à digna história do PMDB de Pernambuco", destacou.

Apesar de a reunião ter sido positiva e ainda que tenha todo o processo interno antes da dissolução, a indicação do deputado federal Baleia Rossi (SP), líder do PMDB na Câmara e um dos integrantes da tropa de choque do presidente Michel Temer no Congresso Nacional, é um sinal de que o caminho do atual comando da legenda pode ser espinhoso.

O voto de Jarbas Vasconcelos pelo prosseguimento da investigação contra Michel Temer provocou o movimento de entrega do comando do partido par o senador Fernando Bezerra Coelho. 

O relator afirmou que vai buscar a unidade em Pernambuco. No entanto, não marcou a data em que irá apresentar o seu parecer.

"Vamos ouvir todas as partes. Trabalhar com muito diálogo para que haja entendimento", colocou Baleia Rossi que participou da reunião da Executiva Nacional com o presidente nacional, Romero Jucá.

Fonte :Blog da Folha de PE.

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