Em nota, PMDB de Petrolina defende manutenção do diretório estadual

Publicado em 14/09/2017 às 16h00
Vereador Paulo Valgueiro (PMDB) de Petrolina
Vereador Paulo Valgueiro (PMDB) de PetrolinaFoto: Reprodução/Facebook

Após pedido de dissolução do diretório estadual do PMDB, feito por um assessor do prefeito de Petrolina, Miguel Coelho (PSB), a instância municipal do PMDB daquele município divulgou uma nota sobre o encaminhamento. Assinada pelo líder da oposição na Câmara Municipal, vereador Paulo Valgueiro (PMDB), presidente do diretório da cidade sertaneja, o texto afirma que a notícia foi recebida "com muita surpresa".

O diretório municipal também questiona o argumento utilizado no pedido - o não crescimento do PMDB no Estado e presta solidariedade ao diretório estadual de Pernambuco, "que sempre respeitou as decisões locais".

"Foi com muita surpresa que o Diretório Municipal do PMDB de Petrolina recebeu a notícia de que um dos seus filiados havia protocolado junto ao PMDB Nacional um pedido de dissolução da Executiva Estadual de Pernambuco. Maior surpresa foi saber que a argumentação utilizada no pedido foi o não crescimento do partido em Pernambuco. Cabe informar à direção nacional que nas últimas eleições o PMDB de Pernambuco apresentou um importante crescimento em número de prefeitos eleitos, vice-prefeitos e vereadores e que esse crescimento teve a contribuição do Diretório Estadual de Pernambuco", diz a nota. 

Valgueiro também faz críticas ao autor do pedido, o assessor especial da Prefeitura de Petrolina, Orlando Tolentino, que é investigado na Operação Lava Jato. "Se teve alguém que não contribuiu em nada para o crescimento do partido foi, exatamente, o sr. Orlando Tolentino. Contrariando os princípios democráticos, Tolentino, que por oito anos foi secretário do governo de Júlio Lóssio, não tendo sido escolhido pelo grupo como o candidato a prefeito de Petrolina, decidiu romper com o acordo de apoio recíproco assumido com os demais pré-candidatos e migrou para apoiar o candidato do PSB, militando contra o PMDB", afirma na nota. 

Para ele, um filiado do PMDB que milita na campanha de um candidato de outra legenda não pode ter legitimidade para opinar no seu diretório local, muito menos no diretório estadual. 

Por fim, o texto afirma que espera que "a Executiva Nacional repense as suas decisões e mantenha incólume o Diretório Estadual de Pernambuco, respeitando a história de luta do nosso presidente estadual, Raul Henry, e do deputado federal Jarbas Vasconcelos, sempre em prol do crescimento e fortalecimento do partido em níveis municipais, estaduais e federais, respeitando os princípios democráticos que norteiam o PMDB desde a sua criação, ao tempo em que reiteramos o apoio ao Diretório Estadual de Pernambuco".

Fonte :Blog da Folha de PE.

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