Ziulkoski aborda situação atual dos Municípios, em entrevista ao O Globo

Publicado em 05/01/2018 às 08h00

Entrevista do presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski, foi divulgada na coluna Poder em Jogo, do jornal da O Globo, desta quinta-feira, 4 de janeiro. O texto começa com a afirmação de que os prefeitos começam o ano eleitoral dispostos a cobrar maior ajuda do governo federal. Dados da Confederação e algumas medidas adotadas pelos gestore,s para tentar equilibrar as contas, foram mencionados na publicação.

De acordo com a CNM, 3.794 Prefeituras já cortaram despesas de custeio e 2.582 reduziram o quadro de pessoal para não atrasar salários. “São medidas impopulares e que podem levar à perda da qualidade dos serviços. Mas a conta não fecha”, destaca o texto. Assinado pela colunista Lidya Medeiros a entrevista diz que os prefeitos são fortes cabos eleitorais e sabem o caminho: “aumentar a pressão sobre os deputados por mais verbas”.

Em entrevista ao jornal, Ziulkoski também falou do Apoio Financeiro aos Municípios (AFM). “Embora os R$ 2 bilhões não fossem solucionar muita coisa, os prefeitos, em razão da palavra reiteradamente empenhada pelo presidente e por ministros de pagar até o fim do ano, poderiam amenizar problemas, como pagamento do resto do 13º, da própria folha, de algum fornecedor”, disse em uma de suas respostas. Ele afirmou ainda: “a resposta tem o recurso, mas não tem orçamento para pagamento, desapontou os prefeitos do Chuí ao Acre. Soou muito mal”, reforçou.

Cenário
Ziulkoski alertou: “a coisa tende a se agravar mais ainda neste ano. É real. Em função do teto de gastos, o dinheiro todo encolheu”. De acordo com o líder municipalista, na área social, a situação é gravíssima. “Houve corte de verba do Fundeb [Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação]. Vai ter menos dinheiro para a Saúde do que ano passado”, sinalizou.

O presidente da CNM ponderou que os prefeitos já estão com contas rejeitadas. “Mais da metade está com limite de pessoal ultrapassado”, voltou a afirmar.

Fonte :CNM.

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