Aceno de Lula a Marília empolga militância, mas não impede negociação com o PSB

Publicado em 08/07/2018 às 15h00
Teresa Leitão faz parte da executiva nacional do PT
Teresa Leitão faz parte da executiva nacional do PTFoto: Folha de Pernambuco

O vídeo estrelado pelo líder do MST, João Pedro Stédile, e o ex-presidente do PT, Rui Falcão, após visita ao ex-presidente Lula, na carceragem da Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, empolgou bastante a militância da vereadora Marília Arraes, que pretende viabilizar sua candidatura a governadora, neste ano. Nele, as lideranças afirmam que o ex-presidente incentivou a militância que luta pela candidatura própria, legitimando as movimentações da petista pelo estado. Para a deputada estadual Teresa Leitão (PT), o depoimento é mais uma prova da viabilidade eleitoral de Marília. Mas, por outro lado, ela confessa que as conversas com o PSB continuam e que a direção nacional da legenda ainda mantém a estratégia de firmar uma grande aliança nacional. A sigla aguarda, no entanto, um posicionamento mais contundente por parte dos socialistas, o que ainda não aconteceu.

"Temos conversas feitas pela presidente nacional do PT com o PSB em curso. Mas a cada dia fica mais visível a simpatia e entusiasmo de Lula com a pré-candidatura de Marília. Isso demonstra o que a própria Gleisi Hoffmann (presidente nacional do PT) nos disse na última videoconferência. Que todo esforço está feito pelo PT para conversar prioritariamente com PSB e PCdoB. Ela está vindo a Pernambuco e Paraíba para conversar com os governadores. Não está sendo fácil. Mas o tempo na politica é diferenciado”, colocou Teresa, durante entrevista ao Programa Folha Política, nesta sexta (06). 

Segundo ela, Gleisi Hoffmann afirmou que o esforço pela ampla aliança com o PSB está mantido, mas isos não impede que os pré-candidatos continuem suas articulações. “Isso foi mais uma vez ressaltado. Os prazos eleitorais estão próximos e se não passar a aliança nacional com o PSB, aliando a nacional, o local, tempo de televisão, com expressão partidária, os estados terão que a ela se reportar. Mas isso vai ser definido em julho, nas convenções, quando haverá o encontro de tática eleitoral previsto para os dias 27, 28 e 29. Temos que nos movimentar nos dois cenários”, pontuou. 

Fonte: Blog da Folha de PE

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