'Vamos concluir as que estão mais avançadas', diz Armando sobre barragens

Publicado em 11/09/2018 às 09h00

Armando tenta se eleger governador de Pernambuco pelo PTB / Foto: Bobby Fabisak / JC ImagemArmando tenta se eleger governador de Pernambuco pelo PTB

Foto: Bobby Fabisak / JC Imagem
Da Editoria de Política
 

Durante sabatina na TV Globo, nesta segunda-feira (10), o senador e candidato a governador de Pernambuco Armando Monteiro (PTB) afirmou que vai focar nas obras de barragens que já estão em estágio mais avançado. O petebista ainda falou em retomar a autoridade na segurança pública e criticou a situação das estradas do Estado, entre outros temas.

Entrevistado pelo jornalista Márcio Bonfim, no NE1, Armando apontou problemas de qualidade nos projetos das barragens. "Vou concluir as que estão em estágio mais adiantado. Temos obras de Panela I e II e temos a de Igarapé. Nós precisamos concluir as que foram iniciadas. Essas obras contaram com recursos federais e tiveram problemas, porque os órgãos de fiscalização, como o TCU (Tribunal de Contas da União), questionaram os projetos. Vamos retomar porque algumas já tem 35%, 40% de execução física. Então vamos concluir as que já estão mais avançadas e vamos verificar as condições de recursos para concluir todo o sistema, que é um sistema de contenção para evitar que as cheias que são recorrentes", destacou o candidato.

Na área de segurança, Armando colocou como proposta a utilização de egressos do sistema militar para atuar em funções administrativas e colocar mais efetivo policial nas ruas. Além disse, destacou a necessidade de patrulhas rurais. "A violência está nas áreas mais interiorizadas de Pernambuco. Acredito que podemos fazer investimentos de R$ 10 milhões no setor", afirmou.

Ao falar sobre a economia do Estado, Armando disse que vai retomar obras que estão interrompidas. "Pernambuco tem margem para se endividar. As estradas de Pernambuco estão em precaríssimas condições e um plano emergencial para recuperação da malha viária, é algo que gera empregos. (Vamos) concluir algumas obras que se arrastam há muito tempo aqui em Pernambuco. E outra coisa que temos que cuidar também é do setor primário. O agricultor sofreu muito sete anos de estiagem. Muitas atividades foram desestruturadas. É preciso ter um olhar sobre eles", disse.

Armando diz que o governo não apoiou o IPA

O senador apontou a necessidade de infraestrutura hídrica, cisternas, poços e sistemas simplificados de abastecimento para sustentar a atividade produtiva. Ainda assim ele criticou a situação do Instituto de Pesquisa Agronômica de Pernambuco (IPA), que segundo Armando, precisa dar assistência técnica ao pequeno produtor. "Infelizmente, o IPA, como outras estruturas do estado em Pernambuco, foi muito sacrificado por falta de apoio do governo. Esses órgãos foram desestruturados, apesar de contarem com valorosos e competentes técnicos. vamos usar, reforçar, reestruturar o IPA, para ele dar mais assistência ao micro e pequeno empreendedor", comentou.

Questionado sobre como finalizar a Adutora do Agreste, Armando Monteiro destacou que a obra depende de uma articulação e de recursos do governo federal. O atual governador, Paulo Câmara (PSB), que tenta a reeleição, critica que em 2018 o governo de Michel Temer (MDB) não enviou recursos para o projeto. Todavia, Armando afirmou que em 2017 o governo federal aportou R$ 300 milhões durante para a obra.

"O que eu posso dizer é que eu vou, junto com a bancada federal, lutar para colocar no orçamento da União mais projetos para Pernambuco e definir o cronograma da obra, mas quero dizer que, ainda que não se conclua totalmente o ramal do. Agreste, é possível, através de adutoras menores, ir atendendo alguns municípios da região. Porque essa obra, quando estiver completa, vai servir a 62 municípios do Agreste de Pernambuco", disse o candidato do PTB.

Fonte : JC.

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