PPS fica neutro e diz que Bolsonaro e Haddad alimentam radicalismos

Publicado em 10/10/2018 às 16h00
Presidente nacional do PPS, Roberto Freire (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr)
Presidente nacional do PPS, Roberto Freire (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr)

A Comissão Executiva Nacional do PPS decidiu, nesta quarta-feira (10), manter a neutralidade no segundo turno da eleição presidencial. Em nota, o partido criticou tanto Jair Bolsonaro (PSL) quanto Fernando Haddad (PT).

No primeiro turno, o PPS ficou na coligação de Geraldo Alckmin (PSDB).

O partido afirmou em nota que defendeu “a articulação de uma ampla coligação democrática de partidos de centro que dessem sustentação a uma candidatura capaz de fazer frente às posições antagônicas, cristalizadas no âmbito da sociedade”.

“Neste quadro o PPS, instituição partidária democrática e decente, reitera seus compromissos com as reformas e a defesa da democracia, e não apoiará nenhum dos dois candidatos que disputarão o segundo turno”, disse ainda o partido na nota.

Além do PPS se mantiveram neutros DEM e Solidariedade.

O PSB decidiu apoiar oficialmente Fernando Haddad (PT), mas liberou os candidatos ao governo que ainda permanecem na disputa para ficarem neutros. É o caso de São Paulo, onde Márcio França declarou que não apoiaria o petista.

Fonte:Blog do Jamildo.

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