Vereador pede que o povo não aceite aumento da passagem

Publicado em 10/01/2018 às 13h00

Reprodução/Facebook                             Reprodução/Facebook

O vereador Rinaldo Junior (PRB) pediu, nesta segunda-feira (8), que a sociedade não aceite calada o possível aumento de 11,02% da passagem de ônibus. O valor defendido para o anel A passaria de R$ 3,20 para R$ 3,55. O parlamentar falou que os empresários deveriam estar preocupados em diminuir os índices de assaltos aos coletivos. 

“Esse é um percentual quase quatro vezes maior que a inflação acumulada no período de novembro de 2016 à dezembro de 2017, que foi de 2,8%, e após o trabalhador receber um aumento de apenas 1,8% no salário mínimo. Também vale a pena lembrar que os trabalhadores rodoviários não tiveram aumento porque os patrões entraram com ação na Justiça reclamando, e, principalmente, sem falar do momento difícil em que a classe trabalhadora sofre com a diminuição do poder de compra e do alto índice de desemprego”, criticou Rinaldo por meio de sua página no Facebook. 

Além de assaltos, o vereador falou que a preocupação deveria ser com a melhoria da qualidade do coletivo. “E não extorquir ainda mais o trabalhador e a classe estudantil, já tão sofridos. A sociedade precisa pressionar e se manifestar contra essa decisão arbitrária que favorece somente os donos das empresas de ônibus. Vamos à luta”. 

“Como aumento depende de aprovação do Conselho Superior de Transporte Metropolitano, que marcou uma reunião para a próxima sexta-feira, dia 12, às 8h, na sede da Secretaria das Cidades, no bairro da Iputinga, convocamos a população à comparecer e pressionar. Estarei presente como vereador e representante da população. Não podemos calar”, convocou. 

No final do ano passado, o deputado estadual Edilson Silva (PSOL) já tinha feito o questionamento sobre o assunto. “Paulo, vai ter aumento de tarifa de ônibus em 2018?”, perguntou ao governador em uma publicação no Facebook. O psolista também disse que ninguém aguentava mais “a falta de transparência” nas decisões do Conselho Metropolitano. 

Fonte :Leia Ja.

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